O conteúdo deste blog é destinado a estudos sobre a bolsa de valores. A decisão de compra ou venda de qualquer ativo é de inteira responsabilidade de cada um.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Milk11 - Variação 14/10/2010

Boa-tarde pessoal,

Bom, realmente podemos dizer que fomos surpreendidos, ontem após a alta de 25%, tudo indicava uma tendência de subida para o ativo porém isso não ocorreu.
Ontem a variação de 25% para cima aconteceu sem motivo algum, pelo menos nada foi anunciado e hoje tivemos uma queda de 9,33%, claro que, esse movimento contradiz os gráficos e tendências da alta de ontem, porém, vemos isso como uma pequena correção que ocorreu, uma pequena realização de lucros, afinal de contas, 25% em um dia não é pouca coisa e as corretoras sempre fazem seus trades para ganharem centavos, isso pode ser uma estratégia de grandes corretoras para ganharem em torno de 1~3 centavos por trade.

Agora fica a questão para todos voces traders, tanto acionistas como nao acionistas de Milk11. A movimentação de 80 Milhoes de ontem(13/10/2010) ocorreu simplesmente sem motivo algum? Será que algum processo nao esta ocorrendo por trás dos panos?

Um abraco a todos e bons trades.

Agrenco - AGEN11

A CVM ( Comissão de valores mobiliarios) nao liberou os papés da Agrenco (Agen11) mesmo após a empresa ter entregue todos os balanços atrasados de 2009 e voltar a estar em dia com as entregas dos relatórios contábeis. Foi solicitado ainda para a empresa os balanços dos dois primeiros trimestres deste ano. É pessoal, parece que quem esta com o dinheiro preso em Agen11 terá que ser um pouco mais paciente.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

MILK11 - Variacao do dia 13/10/2010

Boa noite a todos os traders,

Hoje vimos uma movimentacao espetacular de milk11 !
Como dissemos anteriormente, é uma empresa com grande potencial e firme no mercado, amanha provavelmente teremos surpresas ainda melhores.

Este papel esta super desvalorizado e, cremos que até janeiro/2011 o papel possa alcançar um patamar de R$ 1,7X ao menos.

Um abraco a todos, e uma otima noite

VALE5 - Informações importantes

BTG Pactual prefere Vale a siderúrgicas, mostrando pessimismo com setor

Recomendar!Por: Tainara Machado
13/10/10 - 19h58
InfoMoney 



SÃO PAULO - Várias instituições reduziram estimativas de lucro e preço-alvo para as companhias siderúrgicas, como o Goldman Sachs e o Deutsche Bank. Os investidores agora se perguntam, diz o BTG Pactual, se o viés mais pessimista para o setor já foi precificado pelos papéis das companhias com as quedas recentes. "Apesar de acreditarmos que a mudança de sentimento tenha sido abrupta, ainda vemos potencial para diminuição das projeções de ganhos para as siderúrgicas", afirmaram Edmo Chagas e Antônio Heluany, analistas do BTG. 

O ajuste das siderúrgicas brasileiras às condições mais difíceis de mercado no segundo semestre de 2010 deve deteriorar os resultados do terceiro trimestre, com fraqueza adicional dos balanços esperada para o último trimestre do ano, já que os cortes de preço pelas companhias só começaram na metade do terceiro trimestre. "Com os custos subindo, é improvável que a situação seja revertida em 2011, mas acreditamos que as companhias serão capazes de recuperar parte do volume perdido para as importações", de acordo com o BTG Pactual. 

Em relação ao mercado doméstico, a demanda continua forte, mas menos vibrante do que no segundo trimestre. Para o próximo ano, a previsão é de crescimento "decente", o que deve impulsionar volumes. De acordo com os analistas do BTG Pactual, a empresa em melhor situação é a Gerdau (GGBR4), que opera atualmente com 75% da capacidade no Brasil. Para a Usiminas (USIM3, USIM5), a visão é a mais pessimista, já que alguns dos assuntos que emperram o desempenho da empresa são estruturais e demorarão para ser corrigidos. 

Num último comentário, no entanto, os analistas avaliam que apesar do risco de mais cortes de projeções para ganhos no setor siderúrgico, é necessário ficar alerta, já que um sentimento excessivamente negativo para o setor poderia abrir um bom ponto de entrada nessas ações, à medida que a demanda global por aço comece a se recuperar, elevando os preços globais. 

Analistas preferem Vale
Pelos motivos citados acima, Chagas e Heluany declararam preferir os papéis da Vale (VALE3, VALE5) entre as empresas produtoras de matérias-primas, que tem apresentado performance superior às ações de CSN (CSNA3), Usiminas e Gerdau, principais players do setor de produção de aço. A perspectiva para a mineradora é mais positiva, fundamentada em alta nos preços do minério de ferro na China, situação esta que deve ainda acontecer em 2011 e 2012, projetam os analistas.

A maior preocupação com a mineradora é como a empresa empregará seu dinheiro no próximo ano. De acordo com os analistas, é possível que a companhia apresente seu plano de investimentos para 2011 em seu Dia do Investidor, que ocorrerá em Nova York na próxima semana. A expectativa é que o capex passe os US$ 20 bilhões, já que a Vale deve incorporar novos projetos em sua expansão, como em fertilizantes. Por outro lado, a empresa deve inflar também custos em projetos já anunciados, como o de Serra Sul, por causa de atrasos e aumento de custos. 

Em relação às empresas do setor de papel e celulose, a visão negativa foi reiterada, já que a perspectiva de aumento da produção, com a entrada em operação de novas plantas, deve pressionar os preços cobrados no setor. 

domingo, 10 de outubro de 2010

Bolsa de Tóquio não abre por causa de feriado

A Bolsa de Valores de Tóquio estará fechada nesta segunda-feira por causa de feriado no Japão.

Vale: UBS corta sugestão para neutra, citando alta dos papéis e razões políticas

SÃO PAULO - Se por um lado o UBS elevou o preço-alvo das ações preferenciais da Vale (VALE5) de US$ 32 para US$ 35,25, por outro o banco optou pelo rebaixamento de sua sugestão, a qual passou de "compra" para "neutra".
Dentre as principais razões para o corte do banco está o fato de que, diante do recente avanço das ações da mineradora, mesmo com a alta do preço-alvo, o upside (potencial teórico de apreciação) segue inferior a 10%.
“Sob o sistema de avaliação do UBS, as ações brasileiras com menos de 20% de upside (valorização das ações + dividendos) são avaliadas com recomendação neutra”, argumentam Rene Kleyweg, Marcelo Zilberberg e Onno Rutten, analistas que assinam o relatório do banco.

Cadeiras impactam

Além disso, questões políticas envolvendo a mineradora também pesaram no corte da recomendação, uma vez que, segundo os analistas do UBS, poderão se intensificar. “Nós acreditamos que o ruído político em torno da Vale deva se manter e intensificar-se até que pelo menos um novo presidente assuma o cargo ou o Sr. Agnelli seja renomeado CEO (Chief Executive Office) no 2T11”, comentam.

Preço-alvo

Já quanto à elevação no preço-alvo dos ativos, o trio do UBS revela que ele se deu pela inclusão em seus modelos de um aumento no royalty de 3%, patamar inferior aos 5% esperados no último relatório.
“O nosso preço-alvo prévio, de US$ 32,00, incluía um aumento de 5% de royalties. Dada a evolução mais benigna da ‘super taxa’ australiana, agora incorporamos um aumento de apenas 3% de royalties”, justifica a equipe do UBS.

Capex

Por fim, estimam que o programa de capex (investimento em bens de capital) da mineradora para os próximos cinco anos deva atingir a cifra de US$ 100 bilhões. “Nós também esperamos ver revisões para cima nas atuais diretrizes do capex, principalmente devido à força do real”, conclui o UBS.

sábado, 9 de outubro de 2010

Valor da Petrobras já caiu mais que o da BP em 2010

09/10/2010 - 13h17

TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO

Após levantar R$ 120 bilhões na maior venda de ações no mundo, a Petrobras já encolheu US$ 11,27 bilhões (R$ 18,8 bilhões) em valor de mercado, resultado de um movimento de correção de preços deflagrado pelos mesmos bancos que venderam a capitalização da empresa.

Relatórios negativos de analistas, receio de ingerência política -e de envolvimento em escândalos- durante o período eleitoral, além da diluição dos ganhos e de desrespeito ao acionista minoritário são os motivos alegados para a recente "desgraça" da companhia.

No ano, o valor de mercado da Petrobras caiu 27,58% -mais do que o da BP, protagonista do enorme acidente ecológico no golfo do México, que caiu 26,26%, segundo a Bloomberg.
Em dez dias, a Petrobras perdeu o posto de quarta maior empresa do mundo (atrás de Exxon, PetroChina e Apple) e caiu para o oitavo lugar, depois do Banco Industrial e Comercial da China, da mineradora BHP, da telefônica China Mobile e da Microsoft.

"A empresa não tem fundamentos [motivos] para esse valor. O investidor não comprou ação uma semana atrás e descobriu agora que há ingerência política na empresa e que o retorno é baixo", disse Nelson Matos, analista do Banco do Brasil Investimentos.

"É de se estranhar um banco oferecer a ação para os investidores e, uma semana depois, aparecer dizendo que vale menos", disse Erick Scott, analista da SLW.

Ontem, após três dias de queda, as ações reagiram -as preferenciais (sem voto) subiram 2,77%, e as ordinárias (com voto), 2,44%.

Diante da instabilidade de preços, a empresa virou alvo de investidores que apostam na desvalorização dos papéis, segundo analistas. Quem acredita na baixa pode alugar a ação, vendê-la e comprar com preço menor.
"Ação da Petrobras virou papel de especulador. Não dá para saber o que ocorrerá em longo prazo com a companhia", disse Adriano Pires, diretor do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura).
Lentamente, a estatal ruma para seu valor patrimonial, soma dos ativos descontada as dívidas, de R$ 297 bilhões. Ontem, o valor de mercado era de R$ 361,5 bilhões, segundo a Economática.
Empresas de alto risco são negociadas duas vezes acima do valor patrimonial.


PESSOA FÍSICA
Os analistas recomendam que o investidor pessoa física nunca venda ações durante períodos de alta tensão, que podem ser de curto prazo. O conselho é esperar um período mais favorável para se desfazer do investimento.
Gigante, a capitalização despejou mais de 4 bilhões de ações, que os investidores domésticos e estrangeiros têm dificuldade em absorver.
Grande parte dos papéis foi comprada por fundos de pensão, que não costumam negociar as ações diariamente na Bolsa de Valores.


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