O conteúdo deste blog é destinado a estudos sobre a bolsa de valores. A decisão de compra ou venda de qualquer ativo é de inteira responsabilidade de cada um.

domingo, 3 de abril de 2011

Carteira de ações recomendadas para abril

01/04/2011 - 12h15

BB Investimentos divulga carteira de ações recomendadas para abril

SÃO PAULO - O BB Investimentos divulgou sua carteira de ações recomendadas para o mês de abril, com 11 indicações, ante as dez de fevereiro.

A instituição excluiu as ações ON da CCR Rodovias e da Drogasil, e os papéis PN da Marcopolo e da Petrobras e PNB do Banrisul. No sentido oposto, foram incluídos no portfólio os ativos PNA da Braskem, ON da MMX Mineração, da Natura, da OHL e da Droga Raia, e PN da Randon.

Os papéis Brasil Foods ON, Lojas Renner ON, OGX Petróleo ON, Vale PNA e Vivo PN foram mantidos na carteira.

Desta forma, o portfólio indicado para este mês ficou composto pelas ações ON da Brasil Foods, da Lojas Renner, da MMX, da Natura, da OGX, da OHL e da Droga Raia; pelos papéis PNA da Braskem e da Vale; e pelos ativos PN da Randon e da Vivo.

Todas as ações têm peso de 10% no portfólio, com exceção de Brasil Foods ON e Droga Raia ON, com 5% de participação cada.

A equipe de análise do BB acredita que, neste mês de abril, persistem as preocupações domésticas de inflação, além da questão fiscal.

"Nos Estados Unidos, alguns indicadores parecem melhorar, mas o setor imobiliário residencial mostrou piora novamente. Na China, o aperto monetário começou a fazer certo efeito sobre a atividade econômica, com os índices da indústria e balança comercial arrefecendo. No mais, a tendência é que os mercados tenham boa dose de volatilidade", assinala.

Em sua avaliação, o retorno do capital estrangeiro será fundamental para um desempenho favorável do Ibovespa, mas dependerá de um melhor humor externo. O BB ainda assinala que o Ibovespa tem resistências próximas aos 69.500 e 70.500 pontos, com suportes não distantes de 68.200 e de 65.300 pontos.

Em março, o portfólio sugerido pela instituição acumulou alta de 5,06%, ante o ganho de 1,79% do Ibovespa no período.

(Beatriz Cutait | Valor)

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2011/04/01/bb-investimentos-divulga-carteira-de-acoes-recomendadas-para-abril.jhtm

Perguntas Frequentes

1. Investir em ações é um bom negócio?

Em 2006, os papéis da Bovespa valorizaram-se 32% - o dobro da média de rendimento de um fundo de renda fixa. As perspectivas para o médio e o longo prazo também são boas, concordam os analistas. Os principais indicadores financeiros do Brasil mostram que o país tem tudo para atravessar um ciclo de crescimento sustentável, com estabilidade para a economia e oportunidades para as empresas. E uma vez que as empresas lucram mais, seus sócios - ou seja, todos os acionistas - também ganham mais. É importante ressaltar, porém, que investir neste mercado exige cautela: é preciso analisar os riscos e contar com a possibilidade de retorno do investimento no longo prazo.

2. Como faço para investir na Bolsa?

Há dois caminhos para o investidor comprar e vender ações: via corretora de valores ou bancos. As corretoras são membros das Bolsas de Valores credenciados pelo Banco Central e habilitados a negociar valores mobiliários com exclusividade no sistema eletrônico da Bovespa. Para comercializar ações, portanto, o investidor precisa ser cliente de uma dessas empresas. Elas oferecem análises de mercado que indicam o melhor momento para comprar e vender papéis para obter melhores resultados. Já os bancos administram fundos de ações, cestas que variam conforme os resultados das empresas cotadas na Bolsa. Neste caso, é o banco quem decide quando e como investir.

3. Afinal, o que são ações?

Ações são pequenos "pedaços" de uma empresa. Por isso, quem detém ações de uma companhia é dono de uma parte dela - ou melhor, é um dos seus sócios. As ações também são chamadas de "papéis", pois, segundo a definição formal, ações são "títulos nominativos" que representam frações do capital social de uma empresa.


Um quarto do volume financeiro negociado na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) em 2006 saiu da carteira de "pessoas comuns", ou seja, gente com pouco conhecimento em finanças e o desejo de ganhar dinheiro no longo prazo. As perspectivas para o futuro próximo - com taxa de juros em queda e economia em ascensão - também são boas. Por isso, vale a pena entender como comprar e vender ações, uma operação bem mais simples do que os tumultuados e já superados pregões da Bolsa faziam supor.

1. Investir em ações é um bom negócio?
2. Como faço para investir na Bolsa?
3. Afinal, o que são ações?
4. Como ocorrem as operações de compra e venda?
5. Existe um valor mínimo para começar?
6. Após a compra, é preciso ficar com as ações por tempo determinado?
7. É possível negociar ações via internet?
8. O que é home broker?
9. Que cuidados devem tomar os investidores iniciantes?
10. O que é preciso levar em conta no momento do investimento?
11. Quais são as melhores aplicações?

1. Investir em ações é um bom negócio?

Em 2006, os papéis da Bovespa valorizaram-se 32% - o dobro da média de rendimento de um fundo de renda fixa. As perspectivas para o médio e o longo prazo também são boas, concordam os analistas. Os principais indicadores financeiros do Brasil mostram que o país tem tudo para atravessar um ciclo de crescimento sustentável, com estabilidade para a economia e oportunidades para as empresas. E uma vez que as empresas lucram mais, seus sócios - ou seja, todos os acionistas - também ganham mais. É importante ressaltar, porém, que investir neste mercado exige cautela: é preciso analisar os riscos e contar com a possibilidade de retorno do investimento no longo prazo.



2. Como faço para investir na Bolsa?

Há dois caminhos para o investidor comprar e vender ações: via corretora de valores ou bancos. As corretoras são membros das Bolsas de Valores credenciados pelo Banco Central e habilitados a negociar valores mobiliários com exclusividade no sistema eletrônico da Bovespa. Para comercializar ações, portanto, o investidor precisa ser cliente de uma dessas empresas. Elas oferecem análises de mercado que indicam o melhor momento para comprar e vender papéis para obter melhores resultados. Já os bancos administram fundos de ações, cestas que variam conforme os resultados das empresas cotadas na Bolsa. Neste caso, é o banco quem decide quando e como investir.



3. Afinal, o que são ações?

Ações são pequenos "pedaços" de uma empresa. Por isso, quem detém ações de uma companhia é dono de uma parte dela - ou melhor, é um dos seus sócios. As ações também são chamadas de "papéis", pois, segundo a definição formal, ações são "títulos nominativos" que representam frações do capital social de uma empresa.


4. Como ocorrem as operações de compra e venda?

É simples. Imagine a seguinte situação: o investidor A quer comprar ações de uma determinada empresa; já o investidor B quer vender papéis da mesma companhia. Ambos enviam ordens de compra e de venda, respectivamente, para suas corretoras. Estas, então, transmitem os pedidos para o Mega Bolsa - o sistema eletrônico de negociação da Bovespa, que compara todas as ofertas em tempo real. Caso o valor oferecido pelo investidor A seja igual ao valor pedido pelo investidor B, o negócio é fechado instantaneamente. Se os valores não forem compatíveis, o sistema compara outras ofertas até encontrar um negócio que satisfaça as duas partes. Com milhares de investidores comprando e vendendo ações todos os dias, as operações são fechadas rapidamente.

5. Existe um valor mínimo para começar?

Não. O valor a ser aplicado varia em função do preço das ações que o investidor deseja adquirir e também das taxas cobradas pela sua corretora. Em geral, porém, a compra é feita por lotes de ações, de 100, 200 ações, e assim por diante. Um exemplo: se o investidor quiser comprar um lote de 100 ações ao custo de 50 reais por ação, pagará 5 000 reais. O investidor pode recorrer ainda ao mercado fracionário, comprando ações fora do lote: nesse caso, em tese, ele poderia adquirir até mesmo 1 ação. Porém, devido a custos de corretagem, a operação seria inviável.

6. Após a compra, é preciso ficar com as ações por tempo determinado?

Não. Não há prazo mínimo nem máximo para que os papéis fiquem nas mãos de um investidor. Exemplo disso é a operação conhecida como "day trade", em que o investidor vende a ação no mesmo dia em que a comprou. De outro lado, há pessoas que mantêm os mesmos papéis durante anos e até décadas.

7. É possível negociar ações via internet?

Sim. Para isso, é preciso que o investidor seja cliente de uma corretora membro da Bovespa que disponha do sistema home broker. É por meio dele que são feitas as negociações de compra e venda de ações via internet.

8. O que é home broker?

É a ferramenta que permite a negociação de ações via internet. Ela está interligada ao sistema de negociação da Bovespa e permite que o investidor envie ordens de compra e venda de ações através do site de sua corretora. Segundo dados da própria Bovespa, dezenas de milhares de pessoas compram ou vendem ações por esse sistema todos os meses. Essas páginas oferecem ambientes amigáveis, com informações sobre andamento do pregão, gráficos e análises do mercado. Tudo para minimizar riscos e ampliar ganhos do investidor. Confira aqui, a relação de home brokers autorizados pela Bovespa. (acesse)


9. Que cuidados devem tomar os investidores iniciantes?

Em primeiro ligar, é preciso ter em mente que o mercado de ações envolve riscos. Ainda que os resultados recentes da Bolsa indiquem lucros altos, os ganhos podem variar devido a conjunturas econômicas, setoriais ou relativas às empresas propriamente. Outro ponto importante: é preciso se manter atualizado. Para isso, é necessário ler publicações com indicadores econômicos e tendências de mercado. É possível também participar de sites que simulam investimentos, como o http://emacao.folha.uol.com.br/. Outra dica para quem está começando é participar de clubes de investimento, associações de investidores com interesses afinados. Nesses grupos, é possível reunir recursos para os investimentos, fazendo com que cada participante desembolse quantias baixas - o que minimiza perdas expressivas.


10. O que é preciso levar em conta no momento do investimento?

Deve-se levar em conta três pontos: liquidez da ação escolhida, ou seja, a facilidade de vender os papéis no momento do resgate do investimento; retorno, que são as possibilidades de ganho; risco, as possíveis perdas. A combinação desses três elementos determina a ação a ser comprada ou vendida.

Saiba as principais mentiras quando o assunto é investimento

Pessoal,

Encontrei uma matéria super interessante sobre as mentiras quando o assunto é investimentos.

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No Dia da Mentira, saiba as principais quando o assunto é investimento

Por: Flávia Furlan Nunes
01/04/11 - 18h05
InfoMoney

SÃO PAULO – Não é somente em 1º de abril, conhecido como Dia da Mentira, que os investidores podem ser surpreendidos com pegadinhas nada agradáveis. Isso acontece o ano inteiro no mercado financeiro. E a má notícia é que muitas vezes os aplicadores não percebem que estão sendo vítimas destas armadilhas e acabam sofrendo as consequências no bolso.
De acordo com a doutora em psicologia econômica e professora da Fipecafi, Vera Rita de Melo Ferreira, existem dois tipos de mentiras no mercado financeiro.
“Existem mentiras que as pessoas podem inventar, como golpes, e existem as mentiras que são as ilusões, que não é que a pessoa cairá na conversa de outras, mas na dela mesma. Sempre que há uma notícia que agrada, como 'música para os ouvidos', as pessoas tendem a acreditar”.

Dinheiro pode vir fácilPara Vera Rita, entre as grandes mentiras, a principal é acreditar que se pode ganhar muito dinheiro, rápido e fácil. “Algumas vezes, pode até acontecer isso, mas é muito mais uma exceção do que uma regra. Se tem um jeito de ganhar dinheiro, é mais no longo prazo do que no curto prazo".
Outra mentira que as pessoas acreditam é que a questão de como se posicionarão frente ao risco do mercado estará condicionado ao perfil de investidor e não ao cenário em si. “Um perfil conservador, se estiver na iminência de perder dinheiro, está muito mais propenso a correr risco”, afirmou Vera Rita.
Ainda em relação ao perfil, pensar que existe um fixo também é uma grande armadilha. “O nosso comportamento é uma das coisas mais inconsistentes que existe”, declarou a doutora em psicologia econômica.

Consegue fazer sozinhoA consultora financeira Eliana Bussinger, por sua vez, acredita que uma das grandes mentiras no mercado financeiro é acreditar que se consegue fazer sozinho, porque hoje já está tudo automatizado e, em alguns casos, há robôs trabalhando.
“Não dá para fazer sozinho, tem de usar o tempo, o dinheiro ou a mente de outras pessoas. Acho muito difícil o conceito de 'self-made man' em termos de investimento. Dá para dar pequenos passos sozinho, mas não grandes passos. Isso é uma falácia econômica”.
Ela ressalta as crenças disseminadas na sociedade, como a que o dinheiro é sujo ou que não traz felicidade, que normalmente são mentiras: “O dinheiro ajuda muito e se tornou parte integrante das nossas vidas”.

Confira, abaixo, dez grandes mentiras sobre dinheiro apontadas pela consultora financeira:
1 – é preciso ter dinheiro para fazer dinheiro;
2 – somente gente inteligente fica rica;
3 – sua casa é o seu melhor investimento;
4 – planos de aposentadoria o fazem ficar rico;
5 – poupar dinheiro o faz ficar rico;
6 – é preciso deixar os especialistas investirem seu dinheiro
7 – trabalho duro recompensa;
8 – empregos que pagam bem o deixam rico
9 – dívidas são ruins;
10 – seja rico ou feliz, não os dois.

Como se prevenir?Segundo Vera Rita, para se prevenir das mentiras do mercado, é importante “conhecer as próprias limitações como investidor, trocar ideias com planejador financeiro pessoal ou alguém experiente e tentar não tomar decisões no impulso”.


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Opinião do Blog:

Dinheiro rápido e fácil - Mentira
Todos os tipos de investimentos possuem um princípio de oscilação, o mercado financeiro não é uma roleta russa. Então, é preciso estudar baste o cenário, antes de arriscar toda as suas economias, nunca se esquecendo de traçar um limite para ganho e limite para perda.

Vale mais a pena investir em ações do que CDB, poupança, Capitalização.... - Verdade
O rendimento das ações são muito superiores ao investimentos de renda fixa, porém renda fixa o risco é muito reduzido e na renda variável o risco é enorme. Quando maior o risco maior o lucro ou prejuízo, por isso é altamente recomendado diversificar os investimentos.

Consegue fazer sozinho - Mentira
Concordamos com a matéria, não dá para investir sem aproveitar das experiências e conhecimentos das pessoas.
Buscar informações referente ao mercado em lugares confiáveis é fundamental antes de qualquer passo.

É preciso ter dinheiro para fazer dinheiro - Mentira
Dinheiro ajuda, sempre! Hoje temos diversos exemplos de milionários que não tinham dinheiro, mas tiveram que ralar muito e correram atrás nas oportunidades.

Somente gente inteligente fica rica - Mentira
Inteligente pode ter diversos significados. Prefiro trocar esta palavra por boa formação escola, pois é algo mais concreto. Uma boa formação favorece e muito ,pois é mais fácil as oportunidades acontecerem. Porém uma pessoa que não tem uma formação acadêmica pode ter uma idéia que vire dinheiro.
Veja o exemplo nesse vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=21LED7S8z38

Sua casa é o seu melhor investimento - Verdade
Nesse ponto discordamos com a matéria. Se eu tenho uma grana para comprar uma casa e eu ainda não tenho uma, claro que não vou investir em outro lugar. Em nossa opinião, não vale a pena ter investimentos e não ter onde dormir.

Planos de aposentadoria o fazem ficar rico - Mentira
Não fazem ficar rico, mas possibilitam uma tremenda tranqüilidade

Poupar dinheiro o faz ficar rico- Mentira
Apenas poupar dinheiro não faz ficar rico, mas aplicar o dinheiro poupado SIM.

É preciso deixar os especialistas investirem seu dinheiro - Mentira
O dinheiro é seu! Você é capaz de administrar seus investimentos desde que tenha tempo para se dedicar a isso e TENHA VONTADE.

Trabalho duro recompensa - Verdade
Diferente da opinião de Vera Rita, acreditamos que trabalhar duro recompensa, pois isso demonstra que você tem um objetivo a ser alcançado. Se trabalhar duro não está fazendo você alcançar os seus objetivos, então é hora de refazer a estratégia.

Empregos que pagam bem o deixam rico - Mentira
Emprego que pagam bem AJUDAM a ser rico, vai depender do que você vai fazer com o dinheiro recebido, se vai gastar em besteiras ou aproveitar para fazer mais dinheiro .

Dívidas são ruins - Verdade
Se dívida fosse bom, pobre seria rico. Há algumas dívidas que podemos assumir de forma estratégica, mas de forma geral não é bom.
Ex: Vou comprar um computador de R$ 1.500,00 tentei negociar para pagar à vista e não tive redução. Então mais vale a pena parcelar e usar o dinheiro para investir do que quitar a dívida.

Seja rico ou feliz, não os dois - Mentira
É necessário saber administrar a riqueza e sempre buscar a felicidade. Se você só pensar em dinheiro não terá felicidade, familia, amigos... Apenas dinheiro.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Ação ordinária da Usiminas cai 5,2% diante de especulações sobre aquisição



Por: Tainara Machado
23/03/11 - 17h24
InfoMoney

SÃO PAULO - O anúncio feito pela Gerdau (GGBR4) na segunda-feira (21) de que a empresa tem intenção de realizar uma oferta de ações bilionária surpreendeu não só aos investidores da empresa, mas também aos acionistas da Usiminas (USIM3,USIM5), cujas ações ordinárias têm sido alvo de fortes especulações envolvendo o controle acionário da empresa. Somente nesta quarta-feira (23), as ações recuaram 5,2%, para R$ 30,00, após terem subido quase 6% na véspera.

De acordo com aviso enviado nesta quarta (23) ao mercado, a Gerdau pretende captar até R$ 6,53 bilhões em oferta de distribuição pública primária e secundária de papéis ordinários e preferenciais. "Como a oferta não era esperada, e não há nenhum fato novo que justifique o levantamento de recursos, gerou certa dúvida", avalia William Castro Alves, analista da XP Investimentos.

A especulação, portanto, seria de que a Gerdau teria interesse em adquirir participação na Usiminas, o que ganha força diante dos rumores de que há disposição de parte do atual bloco controlador - composto pelo Grupo Votorantim e a Camargo Côrrea, o Grupo Nippon e a Caixa dos Empregados da Usiminas - em vender uma fração da participação na empresa.

Potenciais sinergias geram dúvidas
Para Pedro Galdi, estrategista-chefe da SLW, da concomitância dessa especulação de que há interesse por parte da Usiminas em vender e da Gerdau para comprar, surgiu o boato. Em sua opinião, a Gerdau, que teria contratado uma consultoria para avaliar o potencial de criação de sinergias com a união dos negócios, estaria com "bala na agulha" caso de fato ache a operação interessante.

Do seu ponto de vista, os ganhos na união das duas empresas podem ser interessantes, já que ambas têm reservas de minério de ferro, o que geraria acúmulo para exportação. Além disso, como atuam em segmentos distintos - aços planos, no caso da Usiminas, e longo, no caso da Gerdau - dificilmente a fusão enfrentaria resistência por parte do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Castro Alves não concorda com essa visão justamente por acreditar que as operações das duas empresas não são complementares, com exceção da planta da Gerdau em Minas Gerais, a Açominas, onde também ficam as fábricas da Usiminas. Castro Alves argumenta ainda que é difícil falar de conjecturas, mas que pensando nas duas empresas de forma distinta, a integração talvez não gerasse sinergias tão expressivas.

Tal fusão de ativos foi considerada “transformadora” por Alexander Hacking, analista do Citi, em relatório recente, uma vez que a Usiminas poderia ter um substancial aumento de sua capacidade de aço cru, usando esse aço “para manter sua participação de mercado em face da nova competição”. Outros benefícios citados pelo analista são os maiores recursos de minério de ferro, menor competição futura em aço plano e possivelmente melhor desempenho operacional.

A Gerdau, por meio da assessoria de imprensa, declarou que os rumores são improcedentes e que a companhia não contratou consultoria para avaliar potenciais sinergias.

Apenas rumores
O elo mais fraco, e que tem sido apontado como potencial interessado em se desfazer de sua participação na Usiminas, é o fundo de pensão dos funcionários da empresa. Os Grupos Nippon, Votorantim e a Camargo Côrrea celebraram no dia 18 de fevereiro novo acordo de acionistas, que será válido a partir do vencimento do atual, que vai até 2016.

Nele, a Caixa dos Empregados da Usiminas deixa de fazer parte do bloco de controle a partir dessa data. Na época, o acordo foi visto como uma tentativa da siderúrgica de proteger o controle acionário da empresa das investidas da CSN (CSNA3), que havia anunciado compra de ações da empresa no mercado, atingindo participação superior a 5% das ações ordinárias.

Com os rumores de mudança de controle, as ações ordinárias da Usiminas subiram mais de 41% somente em 2011. As oscilações já foram alvo de consulta por parte da BM&F Bovespa, mas a empresa limitou-se a reapresentar o acordo de acionistas como único fato novo de seu conhecimento. Para Pedro Galdi, a disparada é pura especulação, porque neste momento não há nenhum potencial benefício para o acionista da Usiminas na operação que possa ser de fato quantificado.

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2067794&path=/investimentos/

quarta-feira, 23 de março de 2011

B2W (BTOW3) - A longo prazo

Conforme na notícia abaixo, a B2W não está passando por um bom momento, sendo obrigada a fazer grandes investimentos a longo prazo.



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Preocupado com dívidas e concorrência, BofA corta preço-alvo da B2W

Por: Equipe InfoMoney
22/03/11 - 17h23
InfoMoney

SÃO PAULO - Ao ponderar o resultado do quarto trimestre de 2010 da B2W (BTOW3), que trouxe um inesperado prejuízo de R$ 0,13 por ação, um pequeno aumento de 4,3% nas vendas e a contração do Ebitda (geração operacional de caixa), o Bank of America Merril Lynch reduziu suas projeções para a companhia. O preço-alvo passou de R$ 26,00 para R$ 21,00, o que implica um downside de 8,9% sobre o pregão da última segunda-feira (21).

O banco norte-americano também reduziu a projeção de lucro por ação em 2011 de R$ 0,69 para R$ 0,50. Em 2012, a estimativa caiu de R$ 0,85 para R$ 0,68. O trio de analistas Robert Ford, Melissa Byun e Marcelo Santos justificam em relatório que a empresa passa a apresentar "uma perspectiva de receita menos desafiadora e maiores custos para financiamentos líquidos". A recomendação de underperform (retorno abaixo do mercado num horizonte de 12 meses) foi mantida.


Endividamento preocupa
Em teleconferência com analistas sobre o último resultado da companhia, o diretor de Relações com Investidores, Murilo Côrrea, anunciou investimentos de até R$ 350 milhões neste ano. O montante é quase 30% superior aos investimentos realizados pela
companhia em 2010 e visa o desenvolvimento de novas tecnologias, inovação e logística.


Os analistas do BofA dizem esperar que o investimento seja fundamentado em um fundo de securitização recém-formado e também com dívida bancária. O trio se mostra preocupado com o aumento do endividamento da companhia, ao mesmo tempo em que avalia os investimentos da concorrência como outro fator de risco.

"A melhoria na funcionalidade do website pode ser insuficiente para ofuscar o aumento de competitividade e o aumento da evasão fiscal online, que as autoridades tem demorado a checar", afirmam Ford, Santos e Melissa em relatório.

Por fim, o BofA diz que, por uma questão estratégica, a B2W tem sido obrigada a fazer pesados investimentos, cuja retornos no curto prazo ainda estão indefinidos. Por outro lado, a empresa poderia tornar-se, no longo prazo, uma consolidadora do setor.

Fonte:InfoMoney
Link: http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2066735&path=/investimentos/

Gerdau (GGBR4) quer fatia da Usiminas (USIM3, USIM5)

Pessoal gostaria de compartilhar trechos de reportagens sobre a Gerdau e Usiminas


"No noticário corporativo, a falta de detalhes no anúncio de que a Gerdau (GGBR4) planeja fazer uma oferta de ações levantou rumores de que os recursos da operação podem ajudar a empresa a comprar uma fatia da Usiminas (USIM3, USIM5). Com isso, as ações ordinárias da Usiminas voltaram a liderar as altas do Ibovespa na sessão."


Fonte: InfoMoney
Link: http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2066927&path=/investimentos/


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"A Gerdau historicamente cresceu via fusões e aquisições, e dessa vez, nós acreditamos que a história poderá se repetir de novo”, escreveu Leonardo Correa, analista do Barclays, em relatório. Segundo Correa, a operação resultaria em sinergia em diversas áreas, como os canais de distribuição, poder de precificação, compartilhamento tecnológico, otimização da capacidade de rolagem entre as companhias e ganhos de escala e logística."


"Por outro lado, as ações da Usiminas se valorizaram com base nos rumores da aquisição, e agora já estão adequadamente representando o cenário de consolidação, escreve Correa. Deste modo, com um cenário de ganhos fracos, com pressão por conta dos custos de matéria prima e somadas ao valuation elevado, a recomendação do analista no setor é para voltar os investimentos para a Vale (VALE3, VALE5), baseado nos fundamentos e no valuation da empresa. No entanto, para aqueles que realmente quiserem a exposição à Usiminas, a indicação é para o investimento em USIM5."


Fonte: UOL
Link: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/03/22/capitalizacao-sugere-aquisicao-no-radar-da-gerdau-o-que-pode-pressionar-acoes.jhtm

sexta-feira, 18 de março de 2011

Após semana nervosa por crise no Japão, Bolsa fecha em alta

Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em alta pelo segundo dia seguido após uma semana marcada pela crise nuclear no Japão, país sacudido por um forte terremoto e tsunami.
Nesta sexta-feira (18), o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) subiu 1%, aos 66.879,89 pontos. Na semana, a Bolsa acumulou alta de 0,29%.
Em Wall Street, o índice Dow Jones subiu 0,71% no dia.
cotação do dólar comercial fechou em baixa de 0,95%, a R$ 1,67 na venda. É a maior queda diária desde 4 de novembro de 2010 (quando caiu 1,41%). Porém, no acumulado da semana a moeda norte-americana teve valorização de 0,24%

Bolsas internacionais

As Bolsas de Valores da Europa fecharam em alta, após a intervenção do G7 para enfraquecer o iene e o cessar-fogo da Líbia, que melhoraram a confiança do investidor.
Um fator que limitou os ganhos, porém, foi a decisão da China de elevar novamente o depósito compulsório dos bancos, medida mais recente de um ciclo de aperto monetário que muitos acreditavam estar em pausa após o devastador terremoto no Japão.
Sobre os conflitos no norte da África, alguns analistas e políticos estavam céticos sobre a duração do cessar-fogo na Líbia. Mas estrategistas continuaram otimistas sobre as perspectivas para as ações.
Os principais índices das Bolsas asiáticas encerraram o último pregão desta semana com ganhos, após circular a notícia de que o G7 (grupo das sete maiores potências mundiais, incluindo o Japão) decidiu intervir no mercado de câmbio para impedir a sobrevalorização da moeda japonesa.

Em teleconferência na noite de ontem, os membros do G7 concordaram realizar uma ação coordenada de venda de iene, no momento em que o Japão passa por uma grave crise nuclear desencadeada pelo forte terremoto seguido de tsunami que atingiu o país na semana passada.
A expectativa de repatriação de investimentos para promover a reconstrução do país levou a moeda japonesa a registrar os maiores patamares desde a Segunda Guerra Mundial.