O conteúdo deste blog é destinado a estudos sobre a bolsa de valores. A decisão de compra ou venda de qualquer ativo é de inteira responsabilidade de cada um.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Receita diz que BM&FBovespa deve mais de R$400 mi em tributos

A BM&FBovespa informou nesta terça feira recebeu uma auto de infração da Receita Federal cobrando mais de 400 milhões de reais em tributos que não teriam sido recolhidos em 2008 e 2009, em meio ao processo de união de BM&F e Bovespa.


Esse foi o motivo da baixa de mais de 2% no pregão de hoje, na visão da BM&FBovespa, o "ágio gerado na incorporação de ações de emissão da Bovespa Holding foi constituído regularmente, em estrita conformidade com a legislação fiscal. A bolsa informou, ainda, que continuará a amortizar o referido ágio, na forma da legislação vigente.


Veja essa matéria na integra:
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2010/11/30/receita-diz-que-bmampfbovespa-deve-mais-de-r400-mi-em-tributos.jhtm

Milk11 - Atualizando 30 11 2010

A Bom Gosto e a Leitbom anunciaram a fusão das duas empresas, denominada BRD, que nasce como a maior captadora de leite do País, estando presente em todo o território nacional, com o mais completo portfólio de marcas: Parmalat, LeitBom, Paulista, Poços de Caldas, Glória, Boa Nata, Bom Gosto, Líder, Cedrense, DaMatta, São Gabriel, Sarita, Corlac e Ibituruna.


Notícia postada no site da BomGosto.
http://www.bomgosto.ind.br/


De acordo com a análise gráficas, poderemos estar tendo o nosso "W":



segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Comprar ou vender OGX?

Assisti um breve vídeo no site da Infomoney falando sobre as ações da OGXP3.

Nesta matéria é apresenta a situação atual (queda) e são entrevistados 2 analistas de mercado, um fundamentalista e o outro técnico.



O analista fundamentalista acredita que a empresa possui bons fundamentos e sugere compra do papel. Já o técnico indica a venda, pois este papel vem enfrentando uma forte baixa e precisa de mais indicadores para indicar uma recuperação.

Sugerimos assistirem o vídeo, vejam todos os pontos de vista dos analistas e façam a SUA própria análise, aliás o dinheiro que você investe é SEU e não deles.

Clique na imagem para ampliar

Aonde vai para a Gerdau - GGBR4?

Pessoal,

Tenho acompanhado diariamente esse papel, e sinceramente, não consegui entender aonde vai para o preço desta ação.

Como podemos observar no gráfico, ela não para de baixar, ultimamente sempre está abaixo do IBOV.




Clique na imagem para ampliar


Gostaríamos da participação para que possamos obter juntos mais informação sobre esta grande empresa.

Abraço!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Aumentando a probabilidade de bons trades

Pessoal,

Segue algumas dicas para ajudar na hora de tomar uma decisão:

- Um bom investidor, compra ações quando estão em baixa e vendem quando estão em alta. Essa frase pode parecer obvia, mas muitas pessoas quando estão ganhando dinheiro sobre uma ação ficam com "dó" de vender, sempre na esperança que ainda vai subir mais um pouco. Na maioria das vezes acabam se lascando.

- Quando a bolsa vem acumulando 3 ou mais dias de baixa, PODE ser uma boa hora para compra. Nesses dias, analise os gráficos e noticias com maior atenção e não esqueça de dar uma olhadinha no bolsas de outros países, elas podem nos dizer se o pregão vai começar positivo ou não.

- Lembre-se que a bolsa oscila diariamente, se alcançar o seu objetivo, venda!!

- Estipule metas! Qual é o lucro que você planeja ter? Antes de comprar um papel, saiba o quanto você tolera perder e  o quanto seria um preço bom para vender. Seja realista!
O ideal é assim que comprar, já dar a ordem de venda com o valor desejado ou armar um Stop caso a ação caia muito.

- Faça controle de suas ações, todas as compras, vendas e os motivos que lhe motivou comprar.
Caso alguém queira alguma planilha, podemos mandar uma de base via e-mail.

Abraço!

Após confirmação de nova equipe econômica, Bovespa sobe 2,47%

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em forte alta em dia de divulgação de dados positivos nos Estados Unidos e do anúncio da equipe econômica do governo Dilma Rousseff.
Nesta quarta-feira (24), o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) subiu 2,47%, aos 69.629,36 pontos, após dois dias seguidos de fortes quedas. O volume financeiro foi de R$ 6,72 bilhões.
Depois de três altas seguidas, a cotação do dólar comercial fechou em queda de 0,69%, a R$ 1,723 na venda.
Em Wall Street, o índice Dow Jones subiu 1,37%
A escolha da nova equipe econômica feita pela presidente eleita Dilma Rousseff foi vista pelo mercado como demonstração de continuidade do que vem sendo feito pelo atual governo.
Foram confirmados os nomes dos três primeiros ministros do governo de Dilma: Guido Mantega (que permanece na Fazenda), Miriam Belchior (Planejamento) e Alexandre Tombini (Banco Central).
No Ibovespa, as ações preferenciais (sem direito a voto) da Vale (VALE5) terminaram em alta de 2,7%, para R$ 49,50. Os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) avançaram 2,39%, para R$ 25,24.
A maior alta do dia ficou com a JBS (JBSS3), que subiu 6,44%, para R$ 6,45, seguida pela Braskem (BRKM5), que ganhou 5,68%, a R$ 18,60.
"Teve muita influência de fora por conta dos números dos Estados Unidos, que vieram bons. Oportunidade de pechinchas com um dia de melhor humor", afirmou Newton Rosa, economista-chefe da SulAmerica Investimentos, à agência de notícias Reuters.
Indicadores dos EUA levantaram o ânimo do mercado. Um deles revelou que a confiança do consumidor no país subiu a 71,6 em novembro, ante previsão do mercado de 69,5. Outro mostrou que os pedidos de auxílio-desemprego caíram na última semana para o menor patamar desde julho de 2008, enquanto o gasto do consumidor aumentou em outubro pelo quarto mês consecutivo.
Esse cenário se sobrepôs às preocupações envolvendo a crise da Irlanda, ainda que o governo irlandês tenha prometido cortar seus gastos e aumentar os impostos para combater a crise bancária e garantir um pacote de resgate internacional.
"Os fatores de queda não se foram, nada impede que amanhã volte a queda", apontou Rosa.

Bolsas internacionais

As principais Bolsas europeias fecharam com forte alta nesta, recuperando-se da mínima em seis semanas, à medida que dados encorajadores elevaram o apetite ao risco, embora receios sobre o nível da dívida em alguns países da zona do euro tenham mantido os investidores cautelosos.
No dia seguinte ao conflito envolvendo as Coreias do Norte e do Sul, os mercados acionários da Ásia operaram cautelosamente, com os investidores atentos aos desdobramentos dos acontecimentos na região. A maior parte das Bolsas ainda permaneceu em campo negativo.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

UE e FMI pedem 'esforço extra' da Grécia para conter deficit

13h36


Cortes de gastos na Grécia geraram greves e protestos em todo o país

A União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI) pediram que a Grécia faça um "esforço extra" para conter seu deficit público em 2011, ao mesmo tempo em que anunciaram a liberação da terceira parcela do empréstimo feito ao país.

Em maio, a UE e o FMI fecharam um acordo de resgate financeiro de 110 bilhões de euros (R$ 256,3 bilhões), válido por três anos, para salvar a economia da Grécia, que enfrentava o risco de um calote da dívida devido à sua grave situação fiscal.

A terceira parcela do empréstimo é de 9 bilhões de euros (R$ 20,9 bilhões). A Grécia planeja reduzir seu deficit público em 2011 para 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2009, o número chegou a 15,4% do PIB.

Os esforços da Grécia em cortar gastos gerou greves e protestos violentos no país ao longo deste ano. Outros países da zona do euro em grave situação fiscal, como Irlanda e Portugal, são alvos em potencial de novos resgates financeiros.

Ao finalizarem a sua segunda revisão do programa econômico grego, as equipes da UE, do FMI e do Banco Central Europeu emitiram nota afirmando que o país está "no caminho certo" e que esperam uma "virada" na economia do país em 2011.

No entanto, embora elogiem os cortes de gastos feitos, as equipes destacam que os esforços da Grécia podem ser menores do que o exigido para o país sair da crise.

"Revisões de dados de 2009 e a arrecadação de impostos menor que o esperado significam que um esforço extra será necessário para atingir a meta de deficit de 7,5% do PIB em 2011, que o governo tem reafirmado", diz o comunicado.

Encruzilhada

Segundo o correspondente da BBC em Atenas, Malcolm Babrant, a equipe internacional acredita que o governo grego está em uma encruzilhada, precisando realizar grandes reformas estruturais para reverter a sua grave situação econômica.

O repórter afirma que a UE e o FMI esperam uma maior arrecadação de impostos, assim como cortes no setor de saúde pública e em companhias estatais tidas como dispendiosas, como a de transportes ferroviários.

O FMI acredita, segundo o correspondente da BBC, que estes setores têm um número excessivo de servidores, sendo que muitos deles recebem salários considerados altos demais.

A próxima revisão do programa econômico grego ocorrerá em fevereiro.

Orçamento de 2011 Na semana passada, o governo divulgou seu plano de orçamento para 2011, prevendo cortes na saúde e na Defesa, além do aumento de impostos para as vendas no varejo.

Nessa segunda-feira, o ministro das Finanças da Grécia, George Papaconstantinou, disse que o deficit orçamentário de 2010, acumulado até outubro, foi de 17,3 bilhões de euros (R$ 40,3 bilhões), uma redução de 30,2% em relação ao mesmo período em 2009.