O conteúdo deste blog é destinado a estudos sobre a bolsa de valores. A decisão de compra ou venda de qualquer ativo é de inteira responsabilidade de cada um.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Gerdau (GGBR4) quer fatia da Usiminas (USIM3, USIM5)

Pessoal gostaria de compartilhar trechos de reportagens sobre a Gerdau e Usiminas


"No noticário corporativo, a falta de detalhes no anúncio de que a Gerdau (GGBR4) planeja fazer uma oferta de ações levantou rumores de que os recursos da operação podem ajudar a empresa a comprar uma fatia da Usiminas (USIM3, USIM5). Com isso, as ações ordinárias da Usiminas voltaram a liderar as altas do Ibovespa na sessão."


Fonte: InfoMoney
Link: http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2066927&path=/investimentos/


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"A Gerdau historicamente cresceu via fusões e aquisições, e dessa vez, nós acreditamos que a história poderá se repetir de novo”, escreveu Leonardo Correa, analista do Barclays, em relatório. Segundo Correa, a operação resultaria em sinergia em diversas áreas, como os canais de distribuição, poder de precificação, compartilhamento tecnológico, otimização da capacidade de rolagem entre as companhias e ganhos de escala e logística."


"Por outro lado, as ações da Usiminas se valorizaram com base nos rumores da aquisição, e agora já estão adequadamente representando o cenário de consolidação, escreve Correa. Deste modo, com um cenário de ganhos fracos, com pressão por conta dos custos de matéria prima e somadas ao valuation elevado, a recomendação do analista no setor é para voltar os investimentos para a Vale (VALE3, VALE5), baseado nos fundamentos e no valuation da empresa. No entanto, para aqueles que realmente quiserem a exposição à Usiminas, a indicação é para o investimento em USIM5."


Fonte: UOL
Link: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/03/22/capitalizacao-sugere-aquisicao-no-radar-da-gerdau-o-que-pode-pressionar-acoes.jhtm

sexta-feira, 18 de março de 2011

Após semana nervosa por crise no Japão, Bolsa fecha em alta

Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em alta pelo segundo dia seguido após uma semana marcada pela crise nuclear no Japão, país sacudido por um forte terremoto e tsunami.
Nesta sexta-feira (18), o Ibovespa (principal índice da Bolsa paulista) subiu 1%, aos 66.879,89 pontos. Na semana, a Bolsa acumulou alta de 0,29%.
Em Wall Street, o índice Dow Jones subiu 0,71% no dia.
cotação do dólar comercial fechou em baixa de 0,95%, a R$ 1,67 na venda. É a maior queda diária desde 4 de novembro de 2010 (quando caiu 1,41%). Porém, no acumulado da semana a moeda norte-americana teve valorização de 0,24%

Bolsas internacionais

As Bolsas de Valores da Europa fecharam em alta, após a intervenção do G7 para enfraquecer o iene e o cessar-fogo da Líbia, que melhoraram a confiança do investidor.
Um fator que limitou os ganhos, porém, foi a decisão da China de elevar novamente o depósito compulsório dos bancos, medida mais recente de um ciclo de aperto monetário que muitos acreditavam estar em pausa após o devastador terremoto no Japão.
Sobre os conflitos no norte da África, alguns analistas e políticos estavam céticos sobre a duração do cessar-fogo na Líbia. Mas estrategistas continuaram otimistas sobre as perspectivas para as ações.
Os principais índices das Bolsas asiáticas encerraram o último pregão desta semana com ganhos, após circular a notícia de que o G7 (grupo das sete maiores potências mundiais, incluindo o Japão) decidiu intervir no mercado de câmbio para impedir a sobrevalorização da moeda japonesa.

Em teleconferência na noite de ontem, os membros do G7 concordaram realizar uma ação coordenada de venda de iene, no momento em que o Japão passa por uma grave crise nuclear desencadeada pelo forte terremoto seguido de tsunami que atingiu o país na semana passada.
A expectativa de repatriação de investimentos para promover a reconstrução do país levou a moeda japonesa a registrar os maiores patamares desde a Segunda Guerra Mundial.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Tragédia no Japão atinge a Bovespa 16/03


No início do pregão dessa quarta-feira (16/03) a Bovespa apresentava um otimismo, acompanhando as bolsas asiáticas. Porém, nesta tarde após a divulgação da rachadura no depósito de combustível Atômico de um reator do complexo de Fukushima, causando um novo incêndio. O clima de tensão aumentou ainda mais depois que o chefe de Energia da União Européia afirmou que a situação está efetivamente fora do controle.




No mundo Islâmico as coisas também não vão nada bem, o Bahrein declarou estado de emergência de 3 meses, fechando o mercado acionário do país.



Por que o Bahrein e a tragédia no Japão afetam as bolsas de outros países?A Bovespa irá continuar caindo?
Quando acontece um fato negativo significante internacionalmente, os grandes investidores preferem ter a liquidez desses papeis ao invés de continuarem a correr risco, principalmente retirando os investimentos de países emergentes. O Brasil passa situação econômica muito mais positiva que muitos outros países, porém a índice da Bovespa provavelmente irá acompanhar o humor externo.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Bolsa de Tóquio fecha com queda de mais de 6%

Operador da Bolsa de Tóquio diante da queda acentuada nesta segunda-feira. Reuters.
SÃO PAULO - As sequências de terremotos e tsunamis no Japão desde a última sexta-feira provocaram fortes perdas na bolsa de Tóquio. Já antecipando os custos da tragédia, o índice Nikkei 225 encerrou o pregão desta segunda-feira em queda de 6,18%, aos 9.620,49 pontos.
O banco central do Japão agiu para minimizar os efeitos da catástrofe sobre o sistema financeiro, injetando 15 trilhões de ienes (US$ 183 bilhões) no mercado a fim de garantir sua sustentabilidade. A provisão de fundos é a maior já injetada em uma única operação pelo Banco do Japão.
- Tomaremos qualquer medida possível, inclusive com injeção de liquidez, para assegurar a estabilidade dos mercados financeiros e facilitar as operações - disse um porta-voz do banco. - Esta opeação é a mais importante realizada até agora" no mercado monetário japonês, acrescentou.
Os investidores, entretanto, permanecem atentos aos acontecimentos no país, que se vê sob a ameaça de uma catástrofe nuclear diante das explosões em suas usinas.
Saiba mais:
O custo de seguros referentes à catástrofe pode chegar a US$ 34,6 bilhões, segundo estimativa inicial publicada neste domingo pela AIR Worldwide, especialista em avaliação de risco.
Os papéis das principais fabricantes de automóveis japonesas despencaram mais de 10%, em uma reação dos investidores ao fechamento de fábricas após o terremoto.
- Não podemos ignorar o impacto que este terremoto terá em termos de escala e agrangência geográfica, bem como o impacto psicológico - disse o especialista do Credit Suisse, Shun Maruyama, à Dow Jones Newswires.
Maruyama cortou sua meta para o Nikkei para o fim de março de 11.000 para 9.000.
As bolsas de Taipé e Sydney também fecharam a sessão desta segunda-feira no vermelho. O índice Taiwan Taiex recuou 0,56%, para 8.520,02 pontos, enquanto o SP/ASX 200 baixou 0,40%, para 4.626,40 pontos.
O comportamento das bolsas na Ásia, porém, não foi uniforme. As bolsas de Xangai, Hong Kong e Seul apresentaram alta nesta segunda-feira.
Em Xangai, o Shanghai Composite subiu 0,13%, para 2.937,63 pontos, acompanhado pelo índice Hang Seng, da bolsa de Hong Kong, que teve valorização de 0,41%, aos 23.345,90 pontos. Em Seul, o índice Kospi ganhou 0,80%, avançando aos 1.971,23 pontos, com a expectativa de aumento nas vendas das empresas do país diante da destruição das fábricas de seus concorrentes japoneses.
A partir desta segunda-feira, o pregão da Bolsa de Valores de São Paulo começa às 10h e termina às 17h , em virtude do início do horário de inverno nos Estados Unidos.

XP altera carteira recomendada e substitui as ações da Vale pela Randon


Por: Equipe InfoMoney
14/03/11 - 18h00
Fonte: InfoMoney

SÃO PAULO – A XP Investimentos divulgou sua carteira top picks para a semana de 14 de março, optando pela substituição das ações da Vale (VALE5) pelos papéis da Randon (RAPT4). A mudança se deve às expectativas do mercado acerca das alterações nos royalties da mineração, juntamente com as projeções de números recordes para os resultados da Randon.
A última semana foi mais curta devido as festividades do Carnaval, entretanto, a volatilidade tomou conta do mercado. Com tensões nas Líbia e também pelo receio de que os protestos se espalhassem pela região, o cenário também foi marcado pelos números fracos de exportação da China e a forte inflação que toma conta do país. Por fim, o rebaixamento do rating da Espanha pela Moody´s e o tsunami no Japão adicionaram pessimismo ao mercado.
Para esta semana, a XP pede muita atenção para os dados de contabilização dos prejuízos causados pelo Tsunami. Ademais, destaca que as incertezas sobre o petróleo ainda continuam com destaque no mercado, diante aos conflitos na Líbia. Além disso, a semana contará com importantes indicadores macroeconômicos nos Estados Unidos, e, internamente, com possíveis medidas do governo no mercado de câmbio.
Desempenho
A carteira XP na semana passada acompanhou a desvalorização de 1,7% registrada pelo Ibovespa, considerando o preço médio do dia 7 até às 13h00 do dia 14. Entretanto, o desempenho foi 0,4 ponto percentual superior ao índice. Nas últimas quatro semanas, a carteira acumula valorização de 0,7%, enquanto o Ibovespa registra alta de 0,3%.
Do lado das ações que registraram desempenho negativo, a Vale (VALE5) apresentou queda de 3,2%. Por outro lado, as ações da AmBev (AMBV4) foram destaque de alta, com valorização de 0,5% no período.
Confira as recomendações da XP:
EmpresaAção
AmBevAMBV4
PetrobrasPETR4
RandonRAPT4
Transmissão PaulistaTRPL4
Itaú UnibancoITUB4

quinta-feira, 10 de março de 2011

Cotações de hoje - Bolsas mundiais - 10/03/2011

Brasil | Ibovespa
-1,82%

E
UA | Nasdaq
-1,84%

Reino Unido | FTSE 100
-1,55%

Japão | Nikkei
-1,46%

Espanha | IBEX-35
-1,17%

França | CAC 40
-0,75%

Ações recomendadas - Março 2011

O setor de energia elétrica foi o que recebeu o maior número de recomendações nas carteiras relativas a março, somando 39 indicações, que se dividiram em 12 empresas, com destaque para a Cemig (CMIG4), que apareceu em 8 dos 32 portfólios monitorados pela InfoMoney neste mês.
Com uma recomendação a menos que as elétricas, as empresas de serviços financeiros totalizaram 38 recomendações nas carteiras de março. Ao todo, 10 empresas do setor foram mencionadas, com destaque principal para o Itaú Unibanco (ITUB4), responsável por 12 dessas indicações.
Fechando o pódio, aparece o setor de petróleo, gás e biocombustíveis, com 32 citações, divididas em apenas 4 ações, com destaque para Petrobras PN (PETR4) e OGX ON (OGXP3), citadas por 17 e 12 vezes, respectivamente.
Dessa forma, apesar de ter recebido um número absoluto menor de indicações, as empresas petrolíferas receberam uma média de 8 recomendações por ativo que foi citado, bem acima da média das elétricas (3,25 recomendações por ação) e das financeiras (3,8).
Ao todo, 31 carteiras de bancos e corretoras foram utilizadas para este levantamento. Os portfólios selecionados foram: Amaril Franklin, Ativa, Banif, BB Investimentos, Bank of America Merrill Lynch, Bradesco Corretora (2 carteiras), BTG Pactual, Citi, Coinvalores, Credit Suisse, Fator Corretora, Geração Futuro, HSBC, Link Investimentos, Magliano (2 carteiras), Omar Camargo (2 carteiras), PAX, Planner, Santander, SLW (3 carteiras), Socopa, Souza Barros, Spinelli, UM e XP (2 carteiras).
Entre todas as carteiras publicadas pela InfoMoney em março, nesta compilação apenas não foram considerados os portfólios com sugestões de ações que tenham perspectiva de pagamento de proventos.

Cemig lidera

Com uma geração de caixa mais previsível, uma demanda inelástica e menor necessidade com um "case" de negócios bem maduro - o que diminui a necessidade de novos investimentos e, consequentemente, disponibiliza uma maior quantia de dividendos aos acionistas -, as ações setor elétrico são consideradas uma opção defensiva de investimentos em bolsa, geralmente sendo recomendadas para diminuir a exposição do portfólio ao risco.
E diante do cenário instável atualmente visto na economia, tendo em vista a cada vez mais constante preocupação inflacionária no País e também as tensões políticas que os países do Oriente Médio e do norte da África têm vivenciado, esses papéis acabam ganhando ainda mais exposição, explica a Um Investimentos em seu relatório mensal, justificando porque elevou sua exposição em Cemig em sua carteira de março.
Além disso, a equipe da corretora também dá ênfase aos resultados do quarto trimestre de 2010 que serão apresentados pela companhia dia 30 deste mês, período no qual a Cemig deverá reportar a mesma força vista no terceiro quarto do ano, "onde a companhia superou as expectativas do mercado em relação a vendas, margens, geração de caixa e resultado líquido".
A Um também ressalta que a companhia tem voltado a se destacar como uma boa pagadora de dividendos, importante driver que havia perdido forças nos últimos meses. A liquidez que seus ativos possuem, a referência em governança corporativa e o desconto em relação aos seus pares do setor também são outros fatores elogiados pelo time de análise da corretora.

Serviços financeiros ficam logo atrás

Com apenas um voto a menos que as companhias elétricas, as empresas de serviços financeiros tiveram entre os principais destaques de recomendação os bancos.
Além do Itaú Unibanco, citado em 12 carteiras de bancos e corretoras nesse mês de março, também podemos destacar o Banco do Brasil (BBAS3) e o Bradesco (BBDC4), que receberam 7 e 6 recomendações, respectivamente.
Setores  Recomen-
dações
Total de
 Empresas
Citadas
 Média* Mais
 Recomendada 
Energia Elétrica39123,25Cemig PN (8)
Serviços Financeiros38103,80Itaú Unibanco PN (12)
Petróleo, Gás e
Biocombustíveis
3248,00Petrobras PN (17)
Consumo Não-Cíclico26102,60AmBev PN (10)
Mineração241-Vale PNA (24)
Telecomunicações &
Mídia 
2163,50Vivo PN (11)
Engenharia, Cons-
trução Civil & Explo-
ração de Imóveis 
1982,38PDG ON (6)
Transporte &
Logística
1862,17GOL PN e CCR ON (5)
Siderurgia &
Metalurgia
1744,25Gerdau PN (8)
Consumo Cíclico1532,50Lojas Renner ON (5)
Bens Industriais e
Materiais de Transporte 
1443,50Randon PN (6)
Agronegócio1352,60Cosan ON (7)
Serviços732,33Localiza ON (5)
Carnes, Laticínios e
Derivados 
52-BR Foods ON (4)
Tecnologia da Infor-
mação e Internet 
431,33Totvs ON (2)
Industrial 22Lupatech ON e
Indústrias Romi ON (1) 
Papel e Celulose1Fibria ON (2) 
Petroquímica1Braskem ON (2) 
Água, Saneamento
& Gás
Comgas PNA (1) 
Total299 893,36Vale PNA (24)
*Setores que tiveram menos de três empresas recomendadas não tiveram a média calculada
Segundo os analistas, as ações dos bancos mostram-se bastante atrativas após as recentes quedas acumuladas em virtude dos anúncios do governo de medidas macroprudenciais, visando inibir o avanço da inflação.
Nesse sentido, os analistas do BTG Pactual justificam sua exposição tanto nas ações do Itaú Unibanco quanto nas do Banco do Brasil em sua carteira recomendada de março por acreditarem que, apesar desse momento conturbado, o setor financeiro ainda é a melhor forma de se expor ao crescimento econômico brasileiro.
Vale mencionar que as ações do Itaú Unibanco foi a terceira mais citada nas carteiras recomendadas desse mês, ficando atrás apenas de Vale (VALE5) e Petrobras (PETR4). Além disso, ela ocupa atualmente a primeira posição no MCI (índice de consenso do mercado), compilado pela InfoMoney.

Petróleo & Gás

Fechando o pódio, as recomendações para o setor de petróleo e gás giram principalmente na questão dos preços do petróleo, que atingiram patamares históricos por conta do aumento das tensões em países como Líbia, Irã e Arábia Saudita, importantes produtoras da commodity na região.
Segundo os analistas, as incertezas em relação ao tempo em que essas indefinições políticas se manterão deverá sustentar os preços atuais do barril de petróleo, isso sem contar que poderá haver novos protestos em outros países, agravando ainda mais a relação entre oferta e demanda da matéria-prima.
No entanto, não é apenas de especulação sobre a commodity que se mantém o otimismo dos analistas em relação as empresas do setor. Tanto Petrobras quanto OGX têm anunciado boas descobertas em 2011.
Para a equipe do BTG, os recentes anúncios de hidrocarboneto encontrado na Bacia de Campos pela OGX deverá trazer de volta o otimismo que os investidores tinham pela ação da petrolífera de Eike Batista, justificando porque recomenda a compra das ações da OGX e não as da Petrobras.
Já o BB Investimentos argumenta que as recentes descobertas da estatal brasileira de petróleo deixam evidente que 2011 será "um ótimo ano para a compania em termos de notícias nas áreas de exploração".