O conteúdo deste blog é destinado a estudos sobre a bolsa de valores. A decisão de compra ou venda de qualquer ativo é de inteira responsabilidade de cada um.

sexta-feira, 4 de março de 2011

USIM5 03/03 +5,80%

Pessoal, boa-noite!

Para quem acompanhou o pregão de ontem notou a forte alta da USIM5.
Será que tinha como prever essa alta ??

Muitas pessoas não acreditam no poder da análise técnica e dizem que é apenas SORTE. Então vamos aos FATOS:

A USIM5 vinha de uma forte tendência de baixa, mas formou um canal de congestão (linhas paralelas em vermelho) e também um suporte muito bom, possibilitando um curto stop de perda e grande chance de valorização.

Assim, ontem a USIM5 aumentou 5,80%, isso significa uma valorização superior a 10 meses de aplicação em poupança!!

Certamente esse aumento foi resultado da situação gráfica desse papel.


Clique para ampliar

O mercado de ações possue diveresas variáveis resultam no comportamento, entre elas são as notícias, análise fundamentalista (balanço das empresas) e análise técnica (GRÁFICOS).

quinta-feira, 3 de março de 2011

Carteira de small caps da XP Investimentos

Mills é novidade em carteira de small caps da XP Investimentos para março

Por: Equipe InfoMoney
03/03/11 - 15h57
InfoMoney

SÃO PAULO - A XP Investimentos divulgou sua carteira recomendada de small caps para o mês de março. O novo portfólio manteve as sugestões apresentadas em fevereiro, com a inclusão das ações da Mills (MILS3). Assim, a corretora redistribuiu o peso dos papéis na carteira, com participação de 20% cada, a modo de absorver a entrada da nova sugestão.
A corretora acredita que a Mills é uma boa aposta no setor de construção civil e infraestrutura, tendo sua distribuição de caixa separada em quatro divisões - construção pesada, rental, jahu e serviços industriais. Ademais, a Mills anunciou um plano de investimentos para o período 2010-2012 na casa de R$ 1,1 bilhão, o maior de sua história. A compra de 25% da Rohr, uma de suas principais concorrentes, também atesta a favor da empresa.
Para março, a corretora manteve sua sugestão de compra dos papéis do Banco Pine (PINE4), Valid (VLID3), Randon (RAPT4) e CR2 (CRDE3), além da novidade Mills.

PerformanceEm janeiro, o portfólio recomendado de small caps da XP acumulou queda de 6,2%, performance 7,4 pontos percentuais pior do que o índice Ibovespa, que teve alta de 1,2% no período. O destaque negativo da carteira foi a CR2, que apresentou queda de 16,3% no período.
A performance foi justificada pela corretora em função da concentração em poucos ativos, além do momento incerto do mercado que tende à prejudicar empresas de menor porte, como as smalls caps.

Confira a carteira de small caps da XP para fevereiro:


EmpresaCódigoPeso
ValidVLID320%
RandonRAPT420%
MillsMILS320%
Banco PinePINE420%
CR2CRDE320%

quarta-feira, 2 de março de 2011

FNAM11 - De olho!

Entramos em contato com a contabilidade do banco da Amazonia, foi confirmado que a divulgação do balanço do Banco da Amazônia virá até sexta. Estão aguardando apenas algumas questões administrativas para atender às necessidade legais.

O balanço do FNAM é não é a mesma coisa, esse balanço também está pronto, mas ainda não foi auditado e a previsão que foi dada é até sexta-feira depois do carnaval. 

Esperamos anciosamente!


Abraços a todos!


obs.: eu vou dormir comprado...e vc?

Milk11

Pessoal, boa-noite

Milk11 ainda nao teve a repercussão que esperávamos, seguimos comprados e pacientes, lembrem-se...a paciência é uma virtude e quem entra na bolsa precisa dela!
O papel segue firme na sua tendência de baixa e vem para buscar o suporte nos 0,56, que se for perdido abre espaco para os 0,54, onde volta ceder forte piorando mais ainda o quadro na venda, que já nao é dos melhores. Sinaliza melhora a partir do rompimento dos 0,59, mas mesmo assim ainda estará devendo o rompimento dos 0,64, para começar a mostrar algum interesse na compra.
Só sabemos de uma coisa, da última vez que atingimos esse patamar, Milk11 subiu com força novamente para os R$ 1,20. O que virá agora?


Abracos a todos!

Cresce a participação de pessoa física na bolsa em fevereiro

SÃO PAULO – As pessoas físicas somaram, em fevereiro, 22,38% dos investimentos em ações, incluindo os investidores individuais (21,14%) e clubes de investimento (1,24%).

Com o resultado, apesar da alta com relação a janeiro, quando a participação deles era de 21,77%, os investidores de varejo mantiveram a terceira posição no ranking de participação na BM&F Bovespa por tipo de investidores, atrás de estrangeiros e institucionais.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (2) pela BM&F Bovespa. De acordo com os números, o investidor pessoa física foi responsável por 11% das compras e 11,38% das vendas no período entre 1 e 28 de fevereiro.

Outros investidores
Em números, do volume total acumulado em compra e venda – R$ 290,323 bilhões –, o investidor pessoa física foi responsável por R$ 64,967 bilhões, como mostra a tabela abaixo:

Participação dos investidores na bolsa
Tipo de investidorComprasVendas
Em R$Participação (%)Em R$Participação (%)
Pessoa Física31,931 bilhões1133,036 bilhões11,38
Institucional49,833 bilhões 17,1647,327 bilhões16,30
Estrangeiro48,841 bilhões16,8250,025 bilhões17,23
Empresas Públicas e Privadas2,376 bilhões0,822,072 bilhões0,71
Instituições Financeiras12,120 bilhões4,1712,653 bilhões
4,36
Outros58,955 milhões0,0245,764 milhões0,02
Fonte: BM&F Bovespa


Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/03/02/cresce-a-participacao-de-pessoa-fisica-na-bolsa-em-fevereiro.jhtm

Gerdau pretende dobrar capacidade de produção de usina no RJ

Após o anúncio do corte no orçamento do programa de habitação "Minha Casa, Minha Vida", as ações do setor imobiliário caíram forte na segunda-feira e estenderam o mau momento para o pregão de terça-feira. A equipe de análise da Votorantim Corretora viu exagero na reação do mercado foi exagerada e acredita que o momento configura-se como uma boa oportunidade de entrada nos papéis setor.
Marcos Pereira, João Arruda e Daniel Fonseca, analistas da corretora, avaliam que o anúncio deve ser encarado mais como uma realocação de recursos do que como um corte propriamente dito, em um leitura preliminar. Isso porque o montanto destinado ao programa, de R$ 7,6 bilhões, representa um aumento em relação ao que foi investido nos dois anos anteriores mesmo com o corte anunciado no começo da semana. 
A corretora acredita também que as empresas listadas em bolsa devem ser pouco afetadas, uma vez que o foco desse corte está nos subsídios concedidos pelo governo aos cidadãos com faixa de renda de até 3 salários mínimos, justamente o segmento com menor exposição por parte de construtoras como Cyrela (CYRE3), MRV (MRVE3), PDG (PDGR3), Rossi (RSID3), Rodobens (RDNI3) e Gafisa (GFSA3).
Visão positiva no longo prazo
Com o anúncio feito pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na última segunda-feira (28) as ações do setor imobiliário despencaram. Dentre todos os 14 papéis que compõem o IMOB (Índice do setor imobiliário da BM&F Bovespa), 8 fecharam o pregão em baixa. As desvalorizações mais expressivas ficaram com MRV (-5,30%), Cyrela (-2,65%) e Even (EVEN3-2,60%). O IMOB, por sua vez, caiu 1,14%. Nesta terça-feira o mercado continuou a penalizar estas ações, com Cyrela (CYRE3, -4,77%) e Rossi (RSID3, -4,65%) encabeçando as perdas do Ibovespa.
Para os analistas da Votorantim, o fraco desempenho dessas ações está pautado em questões mais profundas, como as incertezas macroeconômicas, o aumento das expectativas futuras de inflação e uma elevação de juros na economia, o que reduziria a atratividade do setor. Porém, a visão é positiva  em um cenário mais amplo. 
"Reafirmamos nossa visão positiva para a demanda neste ano, uma vez que acreditamos não ter ocorrido alteração no racional do consumidor e as alterações de Selic e inflação não devem ter impacto significante", concluíram.
O corte
Pela LOA (Lei Orçamentária Anual) aprovada pelo Congresso Nacional, o orçamento para o programa, que era de R$ 12,7 bilhões, foi reduzido em R$ 5,1 bilhões. Ainda assim, ele está R$ 1 bilhão superior ao de 2010.
De acordo com o que foi anunciado pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o corte é justificado pelo fato de a segunda fase do programa estar prevista apenas para abril.
Recomendações
A recomendação da Votorantim Corretora para as ações de Cyrela, PDG, Rossi e Gafisa é de compra.
O preço-alvo estipulado para os papéis da Cyrela é de R$ 28,00, o que representa um potencial de valorização de 77,7% com base no último fechamento. Para a Gafisa os analistas calcularam um preço-alvo de R$ 19,00, upside 91,9% frente a última cotação de fechamento.
Para PDG e Rossi os preços-alvo são R$ 15,00 e R$ 17,50, representando valorizações potenciais de 68,5% e 42,3%. 
MRV e Rodobens estão com recomendação e preço-alvo em revisão pela corretora.

Corte do "Minha Casa, Minha Vida" deixa ações de imobiliárias atrativas

Após o anúncio do corte no orçamento do programa de habitação "Minha Casa, Minha Vida", as ações do setor imobiliário caíram forte na segunda-feira e estenderam o mau momento para o pregão de terça-feira. A equipe de análise da Votorantim Corretora viu exagero na reação do mercado foi exagerada e acredita que o momento configura-se como uma boa oportunidade de entrada nos papéis setor.
Marcos Pereira, João Arruda e Daniel Fonseca, analistas da corretora, avaliam que o anúncio deve ser encarado mais como uma realocação de recursos do que como um corte propriamente dito, em um leitura preliminar. Isso porque o montanto destinado ao programa, de R$ 7,6 bilhões, representa um aumento em relação ao que foi investido nos dois anos anteriores mesmo com o corte anunciado no começo da semana. 
A corretora acredita também que as empresas listadas em bolsa devem ser pouco afetadas, uma vez que o foco desse corte está nos subsídios concedidos pelo governo aos cidadãos com faixa de renda de até 3 salários mínimos, justamente o segmento com menor exposição por parte de construtoras como Cyrela (CYRE3), MRV (MRVE3), PDG (PDGR3), Rossi (RSID3), Rodobens (RDNI3) e Gafisa (GFSA3).
Visão positiva no longo prazo
Com o anúncio feito pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na última segunda-feira (28) as ações do setor imobiliário despencaram. Dentre todos os 14 papéis que compõem o IMOB (Índice do setor imobiliário da BM&F Bovespa), 8 fecharam o pregão em baixa. As desvalorizações mais expressivas ficaram com MRV (-5,30%), Cyrela (-2,65%) e Even (EVEN3-2,60%). O IMOB, por sua vez, caiu 1,14%. Nesta terça-feira o mercado continuou a penalizar estas ações, com Cyrela (CYRE3, -4,77%) e Rossi (RSID3, -4,65%) encabeçando as perdas do Ibovespa.
Para os analistas da Votorantim, o fraco desempenho dessas ações está pautado em questões mais profundas, como as incertezas macroeconômicas, o aumento das expectativas futuras de inflação e uma elevação de juros na economia, o que reduziria a atratividade do setor. Porém, a visão é positiva  em um cenário mais amplo. 
"Reafirmamos nossa visão positiva para a demanda neste ano, uma vez que acreditamos não ter ocorrido alteração no racional do consumidor e as alterações de Selic e inflação não devem ter impacto significante", concluíram.
O corte
Pela LOA (Lei Orçamentária Anual) aprovada pelo Congresso Nacional, o orçamento para o programa, que era de R$ 12,7 bilhões, foi reduzido em R$ 5,1 bilhões. Ainda assim, ele está R$ 1 bilhão superior ao de 2010.
De acordo com o que foi anunciado pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o corte é justificado pelo fato de a segunda fase do programa estar prevista apenas para abril.
Recomendações
A recomendação da Votorantim Corretora para as ações de Cyrela, PDG, Rossi e Gafisa é de compra.
O preço-alvo estipulado para os papéis da Cyrela é de R$ 28,00, o que representa um potencial de valorização de 77,7% com base no último fechamento. Para a Gafisa os analistas calcularam um preço-alvo de R$ 19,00, upside 91,9% frente a última cotação de fechamento.
Para PDG e Rossi os preços-alvo são R$ 15,00 e R$ 17,50, representando valorizações potenciais de 68,5% e 42,3%. 
MRV e Rodobens estão com recomendação e preço-alvo em revisão pela corretora.