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quinta-feira, 3 de março de 2011

Carteira de small caps da XP Investimentos

Mills é novidade em carteira de small caps da XP Investimentos para março

Por: Equipe InfoMoney
03/03/11 - 15h57
InfoMoney

SÃO PAULO - A XP Investimentos divulgou sua carteira recomendada de small caps para o mês de março. O novo portfólio manteve as sugestões apresentadas em fevereiro, com a inclusão das ações da Mills (MILS3). Assim, a corretora redistribuiu o peso dos papéis na carteira, com participação de 20% cada, a modo de absorver a entrada da nova sugestão.
A corretora acredita que a Mills é uma boa aposta no setor de construção civil e infraestrutura, tendo sua distribuição de caixa separada em quatro divisões - construção pesada, rental, jahu e serviços industriais. Ademais, a Mills anunciou um plano de investimentos para o período 2010-2012 na casa de R$ 1,1 bilhão, o maior de sua história. A compra de 25% da Rohr, uma de suas principais concorrentes, também atesta a favor da empresa.
Para março, a corretora manteve sua sugestão de compra dos papéis do Banco Pine (PINE4), Valid (VLID3), Randon (RAPT4) e CR2 (CRDE3), além da novidade Mills.

PerformanceEm janeiro, o portfólio recomendado de small caps da XP acumulou queda de 6,2%, performance 7,4 pontos percentuais pior do que o índice Ibovespa, que teve alta de 1,2% no período. O destaque negativo da carteira foi a CR2, que apresentou queda de 16,3% no período.
A performance foi justificada pela corretora em função da concentração em poucos ativos, além do momento incerto do mercado que tende à prejudicar empresas de menor porte, como as smalls caps.

Confira a carteira de small caps da XP para fevereiro:


EmpresaCódigoPeso
ValidVLID320%
RandonRAPT420%
MillsMILS320%
Banco PinePINE420%
CR2CRDE320%

quarta-feira, 2 de março de 2011

FNAM11 - De olho!

Entramos em contato com a contabilidade do banco da Amazonia, foi confirmado que a divulgação do balanço do Banco da Amazônia virá até sexta. Estão aguardando apenas algumas questões administrativas para atender às necessidade legais.

O balanço do FNAM é não é a mesma coisa, esse balanço também está pronto, mas ainda não foi auditado e a previsão que foi dada é até sexta-feira depois do carnaval. 

Esperamos anciosamente!


Abraços a todos!


obs.: eu vou dormir comprado...e vc?

Milk11

Pessoal, boa-noite

Milk11 ainda nao teve a repercussão que esperávamos, seguimos comprados e pacientes, lembrem-se...a paciência é uma virtude e quem entra na bolsa precisa dela!
O papel segue firme na sua tendência de baixa e vem para buscar o suporte nos 0,56, que se for perdido abre espaco para os 0,54, onde volta ceder forte piorando mais ainda o quadro na venda, que já nao é dos melhores. Sinaliza melhora a partir do rompimento dos 0,59, mas mesmo assim ainda estará devendo o rompimento dos 0,64, para começar a mostrar algum interesse na compra.
Só sabemos de uma coisa, da última vez que atingimos esse patamar, Milk11 subiu com força novamente para os R$ 1,20. O que virá agora?


Abracos a todos!

Cresce a participação de pessoa física na bolsa em fevereiro

SÃO PAULO – As pessoas físicas somaram, em fevereiro, 22,38% dos investimentos em ações, incluindo os investidores individuais (21,14%) e clubes de investimento (1,24%).

Com o resultado, apesar da alta com relação a janeiro, quando a participação deles era de 21,77%, os investidores de varejo mantiveram a terceira posição no ranking de participação na BM&F Bovespa por tipo de investidores, atrás de estrangeiros e institucionais.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (2) pela BM&F Bovespa. De acordo com os números, o investidor pessoa física foi responsável por 11% das compras e 11,38% das vendas no período entre 1 e 28 de fevereiro.

Outros investidores
Em números, do volume total acumulado em compra e venda – R$ 290,323 bilhões –, o investidor pessoa física foi responsável por R$ 64,967 bilhões, como mostra a tabela abaixo:

Participação dos investidores na bolsa
Tipo de investidorComprasVendas
Em R$Participação (%)Em R$Participação (%)
Pessoa Física31,931 bilhões1133,036 bilhões11,38
Institucional49,833 bilhões 17,1647,327 bilhões16,30
Estrangeiro48,841 bilhões16,8250,025 bilhões17,23
Empresas Públicas e Privadas2,376 bilhões0,822,072 bilhões0,71
Instituições Financeiras12,120 bilhões4,1712,653 bilhões
4,36
Outros58,955 milhões0,0245,764 milhões0,02
Fonte: BM&F Bovespa


Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2011/03/02/cresce-a-participacao-de-pessoa-fisica-na-bolsa-em-fevereiro.jhtm

Gerdau pretende dobrar capacidade de produção de usina no RJ

Após o anúncio do corte no orçamento do programa de habitação "Minha Casa, Minha Vida", as ações do setor imobiliário caíram forte na segunda-feira e estenderam o mau momento para o pregão de terça-feira. A equipe de análise da Votorantim Corretora viu exagero na reação do mercado foi exagerada e acredita que o momento configura-se como uma boa oportunidade de entrada nos papéis setor.
Marcos Pereira, João Arruda e Daniel Fonseca, analistas da corretora, avaliam que o anúncio deve ser encarado mais como uma realocação de recursos do que como um corte propriamente dito, em um leitura preliminar. Isso porque o montanto destinado ao programa, de R$ 7,6 bilhões, representa um aumento em relação ao que foi investido nos dois anos anteriores mesmo com o corte anunciado no começo da semana. 
A corretora acredita também que as empresas listadas em bolsa devem ser pouco afetadas, uma vez que o foco desse corte está nos subsídios concedidos pelo governo aos cidadãos com faixa de renda de até 3 salários mínimos, justamente o segmento com menor exposição por parte de construtoras como Cyrela (CYRE3), MRV (MRVE3), PDG (PDGR3), Rossi (RSID3), Rodobens (RDNI3) e Gafisa (GFSA3).
Visão positiva no longo prazo
Com o anúncio feito pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na última segunda-feira (28) as ações do setor imobiliário despencaram. Dentre todos os 14 papéis que compõem o IMOB (Índice do setor imobiliário da BM&F Bovespa), 8 fecharam o pregão em baixa. As desvalorizações mais expressivas ficaram com MRV (-5,30%), Cyrela (-2,65%) e Even (EVEN3-2,60%). O IMOB, por sua vez, caiu 1,14%. Nesta terça-feira o mercado continuou a penalizar estas ações, com Cyrela (CYRE3, -4,77%) e Rossi (RSID3, -4,65%) encabeçando as perdas do Ibovespa.
Para os analistas da Votorantim, o fraco desempenho dessas ações está pautado em questões mais profundas, como as incertezas macroeconômicas, o aumento das expectativas futuras de inflação e uma elevação de juros na economia, o que reduziria a atratividade do setor. Porém, a visão é positiva  em um cenário mais amplo. 
"Reafirmamos nossa visão positiva para a demanda neste ano, uma vez que acreditamos não ter ocorrido alteração no racional do consumidor e as alterações de Selic e inflação não devem ter impacto significante", concluíram.
O corte
Pela LOA (Lei Orçamentária Anual) aprovada pelo Congresso Nacional, o orçamento para o programa, que era de R$ 12,7 bilhões, foi reduzido em R$ 5,1 bilhões. Ainda assim, ele está R$ 1 bilhão superior ao de 2010.
De acordo com o que foi anunciado pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o corte é justificado pelo fato de a segunda fase do programa estar prevista apenas para abril.
Recomendações
A recomendação da Votorantim Corretora para as ações de Cyrela, PDG, Rossi e Gafisa é de compra.
O preço-alvo estipulado para os papéis da Cyrela é de R$ 28,00, o que representa um potencial de valorização de 77,7% com base no último fechamento. Para a Gafisa os analistas calcularam um preço-alvo de R$ 19,00, upside 91,9% frente a última cotação de fechamento.
Para PDG e Rossi os preços-alvo são R$ 15,00 e R$ 17,50, representando valorizações potenciais de 68,5% e 42,3%. 
MRV e Rodobens estão com recomendação e preço-alvo em revisão pela corretora.

Corte do "Minha Casa, Minha Vida" deixa ações de imobiliárias atrativas

Após o anúncio do corte no orçamento do programa de habitação "Minha Casa, Minha Vida", as ações do setor imobiliário caíram forte na segunda-feira e estenderam o mau momento para o pregão de terça-feira. A equipe de análise da Votorantim Corretora viu exagero na reação do mercado foi exagerada e acredita que o momento configura-se como uma boa oportunidade de entrada nos papéis setor.
Marcos Pereira, João Arruda e Daniel Fonseca, analistas da corretora, avaliam que o anúncio deve ser encarado mais como uma realocação de recursos do que como um corte propriamente dito, em um leitura preliminar. Isso porque o montanto destinado ao programa, de R$ 7,6 bilhões, representa um aumento em relação ao que foi investido nos dois anos anteriores mesmo com o corte anunciado no começo da semana. 
A corretora acredita também que as empresas listadas em bolsa devem ser pouco afetadas, uma vez que o foco desse corte está nos subsídios concedidos pelo governo aos cidadãos com faixa de renda de até 3 salários mínimos, justamente o segmento com menor exposição por parte de construtoras como Cyrela (CYRE3), MRV (MRVE3), PDG (PDGR3), Rossi (RSID3), Rodobens (RDNI3) e Gafisa (GFSA3).
Visão positiva no longo prazo
Com o anúncio feito pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na última segunda-feira (28) as ações do setor imobiliário despencaram. Dentre todos os 14 papéis que compõem o IMOB (Índice do setor imobiliário da BM&F Bovespa), 8 fecharam o pregão em baixa. As desvalorizações mais expressivas ficaram com MRV (-5,30%), Cyrela (-2,65%) e Even (EVEN3-2,60%). O IMOB, por sua vez, caiu 1,14%. Nesta terça-feira o mercado continuou a penalizar estas ações, com Cyrela (CYRE3, -4,77%) e Rossi (RSID3, -4,65%) encabeçando as perdas do Ibovespa.
Para os analistas da Votorantim, o fraco desempenho dessas ações está pautado em questões mais profundas, como as incertezas macroeconômicas, o aumento das expectativas futuras de inflação e uma elevação de juros na economia, o que reduziria a atratividade do setor. Porém, a visão é positiva  em um cenário mais amplo. 
"Reafirmamos nossa visão positiva para a demanda neste ano, uma vez que acreditamos não ter ocorrido alteração no racional do consumidor e as alterações de Selic e inflação não devem ter impacto significante", concluíram.
O corte
Pela LOA (Lei Orçamentária Anual) aprovada pelo Congresso Nacional, o orçamento para o programa, que era de R$ 12,7 bilhões, foi reduzido em R$ 5,1 bilhões. Ainda assim, ele está R$ 1 bilhão superior ao de 2010.
De acordo com o que foi anunciado pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o corte é justificado pelo fato de a segunda fase do programa estar prevista apenas para abril.
Recomendações
A recomendação da Votorantim Corretora para as ações de Cyrela, PDG, Rossi e Gafisa é de compra.
O preço-alvo estipulado para os papéis da Cyrela é de R$ 28,00, o que representa um potencial de valorização de 77,7% com base no último fechamento. Para a Gafisa os analistas calcularam um preço-alvo de R$ 19,00, upside 91,9% frente a última cotação de fechamento.
Para PDG e Rossi os preços-alvo são R$ 15,00 e R$ 17,50, representando valorizações potenciais de 68,5% e 42,3%. 
MRV e Rodobens estão com recomendação e preço-alvo em revisão pela corretora.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Fusão de LeitBom e Bom Gosto mais próxima

Boa-tarde a todos,


Galera, sei que tinhamos postado a uns dias atrás que a fusão já tinha saido, porém no dia seguinte desmentiram a notícia e agora temos esta abaixo:


obs.: Para quem espera a meses, o que são duas semanas? Um abraço!


Notícia:

A fusão entre LeitBom e Bom Gosto estava acertada para ser anunciada nesta semana, mas alguns detalhes de última hora adiaram o acerto final. De acordo com pessoas próximas à negociação, o anúncio deverá ser feito nas próximas duas semanas.

Um comunicado chegou a ser publicado no site da Bom Gosto, informando a futura estrutura da empresa, com Fernando Falco, da LeitBom, na presidência executiva, e a presidência do conselho compartilhada por Fersen Lambranho, da GP Investimentos (controladora da LeitBom) e Wilson Zanatta, presidente da Bom Gosto.

A empresa retirou o comunicado do ar e divulgou nota afirmando que foi um equívoco e que não há nada definido.

Abaixo, a íntegra do comunicado.

A Bom Gosto e a Leitbom anunciaram a fusão das duas empresas, denominada BRD, que nasce como a maior captadora de leite do País, estando presente em todo o território nacional, com o mais completo portfólio de marcas: Parmalat, LeitBom, Paulista, Poços de Caldas, Glória, Boa Nata, Bom Gosto, Líder, Cedrense, DaMatta, São Gabriel, Sarita, Corlac e Ibituruna.
O novo negócio tem como principal objetivo inserir o Brasil no mercado global de laticínios por meio de uma operação sinérgica, com expressivos ganhos de escala e de produtividade, o que permitirá à BRD investir na maior capacitação do produtor rural, em tecnologia de ponta, na melhoria de processos e de gestão, em benefício de toda a cadeia produtiva e do consumidor.
A BRD inicia sua operação contabilizando um faturamento de R$ 3 bilhões, captando um volume superior a 2 bilhões de litros de leite/ano, com uma capacidade de processamento de 8,3 milhões de litros de leite/dia. A nova empresa conta com uma estrutura formada por 6.400 funcionários, atuantes em 30 unidades industriais e 56 mil produtores em sua lista de fornecedores regulares. A BRD está presente, hoje, em todas as regiões do país, tanto nas bacias leiteiras de maior densidade como nas áreas de maior potencial de desenvolvimento.
Fernando Falco, executivo com larga experiência em bens de consumo e mercado lácteo, assumirá o cargo de CEO da nova empresa, que terá também como co-presidente do Conselho de Administração Wilson Zanatta, fundador e diretor-presidente da Bom Gosto, e Fersen Lambranho, co-presidente da GP Investments. A longa experiência de Zanatta no setor de lácteos, seu pioneirismo e visão empreendedora serão essenciais para a consolidação da BRD. A GP aporta sua expertise em gestão e governança corporativas.

Datado de 03.12.2010, äs 10:21 h.