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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Cia Hering é a small cap mais citada nas carteiras recomendadas de novembro

Com cinco indicações, as ações ordinárias (com direito a voto) da Cia Hering (HGTX3) foram as small caps (ações com baixa liquidez) mais citadas pelos analistas entre as 29 carteiras recomendadas de bancos e corretoras para novembro, publicadas pela InfoMoney.
No mês anterior, os papéis da companhia ocuparam a 3ª posição no ranking, tendo recebido quatro votos.
Tendo como base os papéis que compõem o SMLL (índice de small caps da BM&F Bovespa), a segunda posição foi dividida por cinco ações de empresas diferentes: Randon (RAPT4) - que foi a primeira colocada no mês passado -, Gafisa (GFSA3), Confab (CNFB4), BR Malls (BRML3) e Brookfield (BISA3), cada uma com quatro recomendações.
Além destas seis, outras 23 small caps foram citadas pelos analistas no período. Cabe mencionar que, segundo a BM&F Bovespa, "as empresas que, em conjunto, representarem 85% do valor de mercado total da Bolsa são elegíveis para participarem do índice MLCX (mid large caps). As demais empresas que não estiverem incluídas nesse universo são elegíveis para participarem do índice SMLL (small caps). Não estão incluídas nesse universo empresas emissoras de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) e empresas em recuperação judicial ou falência".
Ao todo, 29 carteiras de bancos e corretoras foram utilizadas para este levantamento. Os portfólios selecionados foram: Ágora (3 carteiras), Ativa, Banif, BB Investimentos, Brascan, BTG Pactual, Citi Corretora, Coin, Fator (2 carteiras), Geração Futuro, HSBC, Itaú, Link Investimentos, Omar Camargo (2 carteiras), PAX Corretora, Planner, Safra, SLW (3 carteiras), Socopa, Souza Barros, Spinelli, TOV e Win. 
Entre todas as carteiras publicadas pela InfoMoney em novembro, nesta compilação apenas não foram considerados os portfólios com sugestões de ações que tenham perspectiva de pagamento de proventos.

Cia Hering

O cenário atual da economia brasileira continua favorável para o setor varejista. O mercado trabalha com um cenário-base de crescimento da renda real e do mercado de trabalho, fomentando um avanço do PIB acima da média global.
Essa configuração ajuda a sustentar o otimismo dos analistas perante as ações da Cia Hering que, embora já tenham subido 194,7% em 2010 - até o fechamento da última terça-feira (16) -, continuam sendo recomendadas.
"A Hering é uma das nossas ações preferidas no grupo de vestuário", afirma a equipe do HSBC em relatório. Os analistas do banco também acreditam que a companhia continuará ganhando participação de mercado, principalmente após reafirmar seu objetivo de lojas a serem abertas.
Eles destacam ainda a importância na reformulação das lojas para o modelo atual. "Até o 2T10, 66 lojas ainda estavam no formato antigo e todas deverão ser convertidas ao novo formato até 2011", explica o time do HSBC.
Outro ponto que sustenta o otimismo sobre a empresa está relacionado aos seus resultados trimestrais recentes.
"A empresa vem mantendo níveis impressionantes de vendas e resultados sólidos desde 2008, desempenho que se repetiu no 3T10 com o também impressionante crescimento das vendas mesmas lojas, de 35,2%", afirma a equipe do Banif. No trimestre em questão, o lucro líquido da varejista foi de R$ 33,5 milhões, 46% maior do que o apresentado no terceiro quarto de 2009.
Sobre o plano de expansão de lojas da empresa, os especialistas do Banif também se mostram bastante otimistas com a possibilidade de sucesso.
"Com uma vigorosa posição de caixa e lojas em um formato menor que o das competidoras, acreditamos que a Hering tem boas condições de atingir seus objetivos", afirma o time do banco via relatório.
Em entrevista realizada nesse mês para a InfoMoney TV, o diretor financeiro e de RI (Relação com Investidores) da Hering, Frederico Oldani, falou ainda sobre diversas questões que envolvem a varejista, tais como o reposicionamento da empresa no mercado de capitais, os planos de expansão, estratégias de gestão e realinhamento de preços por conta da alta do algodão. 

Outras recomendações

Também foram mencionadas nas carteiras de novembro as seguintes small caps: Banco ABC Brasil (ABCB4), Bic Banco (BICB4), Banco PanAmericano (BPNM4), Cetip (CTIP3), Eletropaulo (ELPL6), Even (EVEN3), EzTec (EZTC3), Fertilizantes Heringer (FHER3), Klabin (KLBN4), Light (LIGT3), Lupatech (LUPA3), MMX (MMXM3), MPX (MPXE3), Marfrig (MRFG3), Iochpe Maxion (MYPK3), OHL Brasil (OHLB3), Marcopolo (POMO4), Positivo (POSI3), Localiza (RENT3), Rossi Residencial (RSID3), TAM (TAMM4), Tereos (TERI3), Unipar (UNIP6).

terça-feira, 16 de novembro de 2010

VALE DO RIO DOCE confirma oferta pública de aquisição de ações da Vale Fertilizantes

Ao final do pregão desta terça-feira (16), a Vale (VALE3, VALE5) confirmou a realização da oferta pública para aquisição de até a totalidade das ações ordinárias de emissão da Vale Fertilizantes remanescentes no mercado.

O edital da oferta pública de ações, que será realizada através de sua subsidiária Mineração Naque, será publicado ao mercado na próxima quinta-feira (18). Segundo a mineradora, o leilão das ações ocorrerá dia 20 de dezembro.

O preço de aquisição das ações ordinárias de emissão da Vale Fertilizantes no leilão será equivalente a US$ 12,02, ainda ser convertido em reais, informa a Vale. O preço ofertado corresponde a 100% do valor pago pela Naque pelas ações ordinárias de emissão e integrantes do bloco de controle da Vale Fertilizantes, totalizando uma oferta de US$ 3,3 milhões.

Irlanda afetando índices mundiais.

LONDRES, 16 Nov 2010 (AFP) -As principais bolsas europeias fecharam nesta terça-feira com fortes baixas, em um mercado abalado pela crise da dívida da Irlanda e de outros países da zona do euro e pelos temores de um aumento das taxas de juros na China.

As quedas foram de 1,87% no índice DAX da bolsa de Frankfurt, de 2,38% no Footsie de Londres, de 2,63% no CAC 40 de Paris, de 2,46% no Ibex de Madrid e de 2,05% no FTSE Mib de Milão.

A bolsa de Nova York abriu igualmente em queda, tanto o índice Dow Jones, que perdia 0,50%, quanto o Nasdaq, que caía 0,80%.

O euro, por sua vez, chegou a ser cotado abaixo de 1,35 dólar pela primeira vez em quase dois meses, devido à incerteza que cerca a situação fiscal na Irlanda, que pode ver-se obrigada a solicitar uma ajuda externa para organizar suas finanças.

Essas tensões se refletiram igualmente no mercado das obrigações: as da Irlanda superaram a barreira de 8%, sendo negociadas a 8,058% às 17H00 GMT (15H00 de Brasília), contra 7,768% de segunda-feira na mesma hora.

As obrigações de Portugal chegavam, por sua vez, a 6,556%, contra 6,531% de segunda-feira à noite, e as da Espanha alcançaram 4,591%, contra 4,512% da véspera.

As da Grécia seguiram subindo, situando-se em 11,514%, após alcançar 11,301% na véspera.

A Espanha conseguiu nesta terça-feira captar 4,975 bilhões de euros (6,76 bilhões de dólares) com bônus a 12 e 18 meses, mas precisou pagar juros de 2,363% e 2,664%, respectivamente, muito maiores que nas emissões anteriores.

A situação da Irlanda estava sendo discutida em Bruxelas pelos ministros das Finanças dos 16 países da zona do euro.

A zona do euro precisou enfrentar neste ano uma crise da dívida grega, e teme-se que a situação na Irlanda contagie outros países abalados pela crise, começando por Portugal.

A Irlanda garante que tem suas necessidades financeiras cobertas para este ano, mas especialistas calculam que precisaria de cerca de 70 bilhões de euros para garantir a solvência de seus bancos.

O mercado também teme que a China volte a aumentar suas taxas de juros para conter a inflação, o que poderia impactar no dinamismo da economia chinesa, convertida em uma locomotiva da recuperação econômica mundial.

Após o anúncio de quinta-feira de uma alta dos preços ao consumo de 4,4% na China em outubro, a maior desde setembro de 2008, a bolsa de Xangai perdeu nesta terça-feira quase 4%, após uma queda de mais de 5% na sexta-feira.

"As medidas esperadas (na China) tiveram um impacto muito forte nas matérias-primas e a Irlanda segue preocupada, ainda que todos saibam que existam mecanismos para salvá-la da quebra", disse um analista da bolsa de Paris, que pediu para não ser identificado.

Os temores com a eventual alta dos juros na China provocaram uma depreciação dos valores vinculados às matérias-primas.

Em Paris, ArcelorMittal perdeu 4,55% e a petroleira Total, 3,32%. Em Londres, as mineradoras tiveram fortes quedas, como a Kazakhmys (-6,14%), Xstrata (-5,10%) e Rio Tinto (-4,84%).

A inquietação pelos países periféricos da zona do euro causaram impacto no setor bancário.

Em Paris, Société Générale caiu 4,50%, e em Londres o Royal Bank of Scotland cedeu 3,45% e o Lloyds Banking Group, 4,68%.

Em Madri, todos os valores do IBEX 35 fecharam com perdas.

O líder do setor bancário, Santander, caiu 3,12%, e o segundo banco, BBVA, perdeu 2,84%.

IBOV - 16/11/2010

Hoje que era para ser um dia de alta infelizmente não ocorreu. O IBOV foi afetado pelas bolsas européias e jogado para baixo junto com elas. Vejam a notícia abaixo:


O principal índice das ações europeias teve a maior queda diária desde 1º de julho nesta terça-feira, cedendo ao menor nível em duas semanas em meio às preocupações com a dívida de países da zona do euro.
Os ânimos levaram um golpe em meio às crescentes pressões sobre a Irlanda para pedir ajuda financeira, com investidores cautelosos esperando mais informações sobre a situação da Irlanda e a conclusão de reunião entre ministros de Finanças da zona do euro.
O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações da Europa, fechou a sessão em queda de 2,31%, aos 1.086 pontos.
"Investidores estão buscando segurança", disse o chefe de vendas da Capital Spreads, Angus Campbell.
"Caso haja um pacorte de resgate, isso irá remover a insegurança, mas caso não haja, investidores irão querer transparência sobre como irão sobreviver sem ele."
Ao mesmo tempo, as preocupações com a recuperação global afetou as ações de mineradoras devido à retomada de temores de que a China eleve suas taxas de juros novamente para desacelerar sua economia.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 2,38%, a 5.681 pontos
Em Frankfurt, o índice DAX caiu 1,87%, para 6.663 pontos.
Em Paris, o índice CAC-40 recuou 2,63%, para 3.762 pontos.
Em Milão, o índice Ftse/Mib encerrou em baixa de 2,05%, a 20.563 pontos.
Em Madri, o índice Ibex-35 registrou desvalorização de 2,46%, para 10.095 pontos.
Em Lisboa, o índice PSI20 teve variação negativa de 0,55%, para 7.782 pontos.

Laep - Milk11 16/11/2010

Boa-tarde a todos,

Movimentação não tão boa para quem está comprado em Milk11. Não acreditem no que muitos traders, talvez por estratégia ou por ingenuidade acabam postando. Algumas pessoas não tem a devida paciência para operar na bolsa de valores. Não fiquem com receio, nada de ruim está por vir para a Laep e o papel é mais do que seguro, este tipo de movimentação é super normal. Os grandes tubas estão se posicionando cada vez mais, pegando os papés dos pequenos investidores. Quando a notícia boa sair e a alta começar, será de grande impacto e difícil de parar.
Tenham um pouco mais de paciência e verão que a Laep lhes dará bons frutos.


Um abraço a todos e bom fim de tarde!

15/11/2010 - Bolsas da Europa avançam por sinais de recuperação econômica

As principais bolsas europeias encerraram a segunda-feira em alta, apoiadas em dados que reiteraram a recuperação econômica, ofuscando preocupações quanto à crise de dívida na zona do euro. As ações do setor automotivo responderam pelos maiores ganhos do dia.

O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações europeias, ganhou 0,69 por cento, a 1.111 pontos, interrompendo uma sequência de três sessões em queda. O índice acumula alta de mais de 72 por cento desde março de 2009, quando atingiu os níveis mais baixos.

"Não estou surpreso que o mercado tenha subido. A recuperação está acontecendo nos Estados Unidos e na Europa, embora em alguns países mais que em outros", disse Dean Tenerelli, gerente de fundos na T Rowe Price, em Londres.

"Tem sido uma temporada muito boa de resultados. A rentabilidade está boa", acrescentou.

As vendas no varejo dos EUA cresceram mais que o esperado em outubro, registrando o maior avanço em sete meses e reforçando indícios de que a economia está recuperando forças após retroceder no trimestre passado.

As ações do setor automotivo ficaram entre as maiores valorizações na sessão desta segunda-feira.

A fabricante de caminhões alemã MAN SE e a sueca Scania estão negociando uma possível fusão, o que levaria a Volkswagen a assumir o controle total de ambas.

MAN, Scania e Volkswagen subiram entre 1,4 e 6 por cento.

Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em alta de 0,41 por cento, a 5.820 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,82 por cento, para 6.790 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,86 por cento, a 3.864 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,78 por cento, para 20.993 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 avançou 1,2 por cento, a 10.349 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 encerrou em alta de 0,83 por cento, para 7.825 pontos.

ADRs da Vale estão prontas para subir

As ações da Vale estão subestimadas e poderiam ter uma alta substancial considerando a forte demanda da China por minério de ferro, afirmou a publicação Barron"s em sua edição mais recente.

Levando-se em conta os ganhos estimados para este ano, as ações da Vale estão sendo negociadas abaixo dos papéis da rival australiana BHP e poderiam ter um impulso.

A avaliação considera que 40 por cento da receita da Vale em 2009 veio de vendas para a China, afirmou a publicação financeira semanal.

As ADRs da Vale fecharam na sexta-feira a 32,37 dólares na bolsa de Nova York.

Elas poderiam subir para cerca de 40 dólares.

De acordo com o CEO da Axion Capital Management, Joel Smolen, citado pela Barron"s, as ADRs poderiam subir para 44 dólares no próximo ano, se a China permitir que sua moeda se aprecie.

A China é o maior importador global de minério de ferro.