O conteúdo deste blog é destinado a estudos sobre a bolsa de valores. A decisão de compra ou venda de qualquer ativo é de inteira responsabilidade de cada um.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

O que são ações na Bolsa de Valores?


Uma ação é a menor parte do capital de uma empresa, é um pequeno pedaço dela. Uma pessoa que compra uma ação passa a ser uma pequena sócia da empresa.
Tipos de ação
Ordinária Nominativa (ON) – dá direito a voto em assembléia sobre definições da empresa.
Preferencial Nominativa (PN) – não dá direito a voto, mas preferência no recebimento de dividendos.

As empresas dividem seus lucros com os acionistas. Algumas fazem isso mensalmente, outras trimestralmente.
Os dividendos dados a quem tem ONs nem sempre são iguais aos dados a quem tem PNs.
Nesses casos, as preferenciais nominativas recebem valores maiores. Além disso, as PNs são vendidas e compradas com maior facilidade.
Porém, algumas empresas só disponibilizam ações ordinárias nominativas. 
Como investir em ações?
As ações são negociadas nas Bolsas de Valores. No Brasil, a compra e venda de ações acontece na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Essas negociações são feitas por meio das corretoras habilitas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A lista das corretoras credenciadas pode ser encontrada nos sites daCVM e da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), no item Corretoras.
Para começar a comprar e vender ações, é necessário fazer um cadastro na corretora (informando nome, profissão, endereço e entregando cópias de RG, CPF e comprovante de residência).
Assim, a corretora abre uma conta desse investidor na Bovespa. Cada instituição determina qual a quantia mínima para a abertura da conta.
As ações podem ser compradas de três maneiras:
1) Fundos de Investimento: um fundo funciona como um condomínio. Cada um dos seus investidores possui uma cota, que corresponde a uma porção do total de ações que o fundo tem.
Cada fundo tem seu próprio estatuto, que informa suas regras e o grau de risco de seus investimentos.
Todo fundo precisa ter um gestor certificado pela CVM, que coordena as compras e vendas de ações.
Assim, quando uma pessoa adere a um fundo, deve estar de acordo com sua política de investimento, especificada em seu estatuto.
2) Clubes de Investimento: os clubes têm um caráter menos formal que um fundo.
Um grupo de amigos ou familiares pode formar um clube, que pode ser aberto com no mínimo três pessoas e chegar até um limite de 150.
Diferentemente dos fundos, não precisam de um gestor certificado pela CVM, mas um representante que dê à corretora a ordem de compra ou venda de ações.
Nesse caso, há maior liberdade por parte das pessoas que compõem o clube sobre quanto e onde será investido.
3) Individualmente: nessa situação, a pessoa controla as ordens de compra e venda de suas ações.
Para escolher quais ações comprar, pode contar com os consultores da corretora, que irão tirar dúvidas e ajudar a identificar quais são os bons investimentos para aquele momento.
O investidor pode acompanhar sua conta, ter acesso aos custos de operação e comprar e vender ações pela Internet (com exceção dos fundos, onde quem compra e vende é o gestor).
O nome desse serviço é Home Broker e pode ser acessado pelo site de uma corretora que oferece este sistema. A lista dessas corretoras pode ser encontrada no site da Bovespa.
As ordens de compra e venda também podem ser dadas pelo investidor por telefone. Ou seja, o investidor liga para sua corretora e informa o que deseja fazer.
Sempre que se compram ou vendem ações, há um período de três dias úteis para que o dinheiro saia ou entre na conta que o investidor possui.
No caso dos fundos ou clubes, cada um tem um regulamento próprio que indica em quanto tempo o dinheiro poderá ser retirado após uma ordem ser efetuada.
Taxas

  • Taxa de operação – cobrada cada vez que é emitida uma ordem de compra ou venda

  • Taxa de custódia – cobrada mensalmente pela guarda das ações (a corretora pode escolher não cobra-lá nos meses em que o investidor comprou ou vendeu ações)

  • Taxa de corretagem – paga quando a ordem de compra e venda é feita por telefone. É calculada em relação ao valor da operação.

  • Taxa de emolumentos – paga à Bovespa e calculada em relação ao valor que envolve a compra ou venda de ações.

  • Taxa de administração – cobrada nos fundos e clubes, é calculada anualmente em relação ao valor aplicado no fundo e cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor manteve operações. Se o investidor retirar o dinheiro em seis meses, pagará uma taxa proporcional ao período.

  • Taxa de performance – cobrada quando o fundo supera a rentabilidade esperada.

  • Com exceção da taxa de emolumentos, cobrada pela Bovespa, o valor das outras taxas varia de acordo com a corretora. Por isso, antes de escolher uma corretora, é importante pesquisar.
    Qual o valor mínimo para investir em ações?
    Não há valores mínimos para se investir em ações, eles variam de acordo com a corretora e o preço das ações que serão compradas. Para quem investe valores pequenos, como R$ 1.000, optar por um fundo ou clube pode ser uma maneira de aumentar o total investido.
    Porém, quando a quantidade de ações compradas por meio de um fundo for a mesma que a pessoa pode comprar investindo sozinha, torna-se vantajoso comprar diretamente. A vantagem de investir individualmente é que neste caso não se paga a taxa de administração.
    Riscos
    A compra de ações é considerada um investimento de alto risco. Por causa das variações nos preços das ações, não há garantia de retorno do que foi investido.
    Essas altas e baixas podem acontecer, por exemplo, devido a alterações no setor de atuação da empresa. Esse é o chamado risco de mercado.
    O que também pode acontecer é o risco de liquidez. O problema aí é não conseguir vender uma ação que tenha sido comprada. Por isso, o ideal é não investir em ações valores que sejam necessários em curto prazo.

    Fonte: economia.uol.com.br

    MITO OU VERDADE: Escolhas políticas interferem no mercado financeiro?

    "No entanto, vimos que no primeiro turno das eleições ambos os candidatos presidencias (José Serra, do PSDB e Dilma Rousseff, do PT) deixaram bem claro que manteriam a atual política econômica do país, não alterando em nada o desempenho da Bolsa de Valores de São Paulo, por exemplo".

    Entretanto, o professor esclarece que o quadro pode se reverter caso, na disputa pelo segundo turno das eleições, os candidatos venham a apresentar propostas de programa que alterem o quadro político vigente. "Ai sim poderemos ter supresas, por que do contrário, tanto faz um ou outro candidato, nada muda. Quem quer aplicar procura a melhor opção vai lá e aplica". 

    Porém, segundo análises de mercado, algumas ações de companhias ligadas ao setor de energia, principalmente, sofreram alterações refletindo o resultado das eleições para governador. No Paraná, por exemplo, a vitória em primeiro turno de Beto Richa (PSDB) aliviou a pressão sobre os papéis da Copel, que dispararam 4,42% no pregão de ontem, uma vez que sinaliza menor intervenção governamental na empresa, segundo a Socopa Corretora.

    Em Minas, a candidatura em primeiro turno de Antônio Anastasia influencou positivamente os papéis da Cemig, cuja alta foi de 1,81%. Como o mercado já vinha se antecipando a esse resultado, no entanto, outros ativos citados pela Gradual Investimentos, como Copasa e Light, fecharam com quedas de 0,58% e 1,11%, respectivamente. 

    O professor Keyler Rocha lembrou também do alvoroço causando nas eleições presidenciais de 2002, quando a possibilidade da entrada de um governo de esquerda causou "um verdadeiro caos" no mercado. Naquela época, o dólar chegou a superar a cotação de R$ 4, a bolsa registrou uma série de seis quedas mensais e o risco Brasil aumentou.

    "Lula na época propunha mudanças radicais, como a moratória, e tanto o mercado interno como o internacional se apavoraram. Ao final, no entanto, ao tomar posse, ele não fez nada daquilo que se temia e a bolsa voltou a reagir", lembrou o profissional.


    (Maria Cecília Ferraz - www.ultimoinstante.com.br)

    Análise - VALE5

    Pessoal,

    Ao analisar o gráfico da VALE5, podemos perceber que o indicador IFR está acima do 70, ou seja, o papel está supervalorizado.


    Clique na imagem para ampliar


    Vejam no gráfico o que aconteceu com a VALE5 quando o IFR ultrapassou o 70.
    É claro que a situação econômica está bem diferente de quando houve a forte queda, mas acreditamos que esse papel venha a cair um pouco nos próximos pregões, seguindo o movimento natural da bolsa., mas logo depois ela poderá voltar a se projetar.

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    O que é IFR (Índice de Força Relativa) ?
    "...O Índice de Força Relativa mede a evolução da relação de forças entre compradores e vendedores ao longo do tempo. Sua utilização possibilita observar o enfraquecimento de uma tendência, rompimentos, suporte e resistência antes de se tornarem aparentes no gráfico de barras. O estudo é desenhado em uma faixa paralela, com o formato de uma curva simples e seu domínio está entre 0 e 100.

    Usualmente adotam-se períodos de 14 dias e níveis de 70 e 30 para as escalas verticais.Se o IFR sobe acima de 70, um topo no mercado está sendo atingido; se desce abaixo de 30, uma tendência de queda está para ser revertida. Uma maneira simplista deste oscilador aconselha a compra quando o IFR ultrapassa a barreira dos 50; ou a venda quando cai abaixo.
    Alguns analistas determinam a faixa acima de 70 ou 80 como intervalo onde a ação entra em uma área de risco, diz-se que os preços estão sobrecomprados. Na faixa entre 0 e 30 os preços estão sobrevendidos, devendo ocorrer a sinalização de reversão para alta dos preços..."


    Fonte:
    http://wiki.advfn.com/pt/%C3%8Dndice_de_For%C3%A7a_Relativa

    segunda-feira, 4 de outubro de 2010

    LINK Corretora

    Boa-noite a todos,

    Gostaria de informar que caso necessitem de uma otima corretora, que da atenção a seus clientes, é de grande confiança e que ainda por cima envia todas as informações necessárias para que voce seja um ótimo trader, não perca a chance de conhecer a corretora LINK.
    Os interessados por favor me procurem através do e-mail: entendaabolsa@gmail.com
    Eu indicarei uma pessoa da mesa para que sejam muito bem atendidos e sanem todas as suas respectivas duvidas.

    Um abraço a todos e ótimos trades.
    Bom resto de noite.

    Petr4 - Informações relevantes

    Produção da Petrobras sobe 0,7% em agosto ante julho
    No país, produção média foi de 2,351 milhões de barris diários.
    Produção de gás natural no Brasil foi de 52,385 milhões de cúbicos por dia.

    Da Agência Estado


    A Petrobras informou no início da noite que produziu uma média de 2,598 milhões de barris de óleo equivalente (somado ao gás) por dia em agosto em suas atividades no Brasil e no exterior. O volume representa crescimento de 2,7% com relação ao mesmo mês do ano anterior e de 0,7% com relação a julho de 2010.

    Considerando apenas suas atividades no Brasil, a companhia produziu uma média de 2,351 milhões de barris de óleo equivalente por dia, alta de 2,4% com relação ao mesmo mês de 2009 e de 0,7% com relação a julho. A produção apenas de petróleo no Brasil chegou a 2,022 milhões de barris por dia, alta de 0,9% com relação a julho.

    Segundo a companhia, os aumentos são reflexo da elevação da produção nas plataformas FPSO Cidade dos Santos, no campo de Uruguá, na Bacia de Santos, e FPSO Capixaba, no Parque das Baleias, na Bacia de Campos. "Também contribuiu para o aumento a entrada em produção de mais um poço no FPSO Marlim Sul, no campo do mesmo nome (Bacia de Campos)", acrescentou a empresa, em nota oficial.

    A produção de gás natural no Brasil foi de 52,385 milhões de cúbicos por dia, equivalente ao registrado no mês anterior e no mesmo período de 2009, informou a companhia. Já a produção internacional de petróleo teve grande crescimento, de 5,3%, por conta, principalmente, da entrada em produção de novos poços nos campos de Akpo e Agbami, na Nigéria.

    FNAM11 - Noticias em geral

    http://www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/integras/807974.htm 


    CÂMARA DOS DEPUTADOS 

    COMISSÃO DA AMAZÔNIA, INTEGRAÇÃO NACIONAL E DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL 
    53ª Legislatura - 4ª Sessão Legislativa Ordinária 



    PAUTA DE REUNIÃO ORDINÁRIA 
    DIA 6/10/2010 

    LOCAL: Anexo II, Plenário 15 
    HORÁRIO: 10h 

    A - Requerimentos: 


    1 - REQUERIMENTO Nº 681/10 - do Sr. Silas Câmara - que "requer a realização de audiência pública, tendo como convidados o Ministro de Estado da Saúde, o diretor da FUNASA e o coordenador de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), para debaterem os investimentos e o desempenho das obras de abastecimento de água e saneamento na Região Norte". 



    B - Proposições Sujeitas à Apreciação do Plenário: 


    PRIORIDADE 

    2 - PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 2.590/10 - da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - (MSC 921/2008) - que "autoriza a União a ceder ao Estado de Rondônia, a título gratuito, o uso de imóvel de sua propriedade para a implantação do Parque Estadual de Corumbiara". 
    RELATOR: Deputado NATAN DONADON. 
    PARECER: pela aprovação. 



    C - Proposições Sujeitas à Apreciação Conclusiva pelas Comissões: 


    TRAMITAÇÃO ORDINÁRIA 

    3 - PROJETO DE LEI Nº 6.637/09 - do Sr. Antonio Feijão - que "cria as Áreas Livres para Lazer e Jogos - ALLJ nos Estados pertencentes ao Bioma Amazônia e dá outras providências". 
    RELATORA: Deputada DALVA FIGUEIREDO. 
    PARECER: pela rejeição. 
    Vista ao Deputado Marcelo Serafim, em 7/7/2010. 



    4 - PROJETO DE LEI Nº 7.116/10 - da Sra. Solange Amaral - que "inclui parágrafo ao art. 4º da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que "dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, e dá outras providências", estabelecendo que o Poder Público adotará medidas à criação de um cadastro de crianças e adolescentes atingidos por estado de calamidade pública ou de situação de emergência". 
    RELATOR: Deputado MARCIO JUNQUEIRA. 
    PARECER: pela aprovação. 



    5 - PROJETO DE LEI Nº 7.175/10 - do Sr. Manoel Salviano - que "prorroga a vigência dos benefícios fiscais previstos no art. 4º da Lei n° 9.808, de 20 de julho de 1999, para empreendimentos localizados no Nordeste e na Amazônia" 
    RELATOR: Deputado URZENI ROCHA. 
    PARECER: pela aprovação. 



    6 - PROJETO DE LEI Nº 7.176/10 - do Sr. Vicentinho Alves - que "dispõe sobre a criação da Zona do Processamento de Exportação no Município de Porto Nacional, no Estado do Tocantins". 
    RELATOR: Deputado ILDERLEI CORDEIRO. 
    PARECER: pela aprovação. 



    7 - PROJETO DE LEI Nº 7.192/10 - do Sr. Ribamar Alves - que "altera a Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, que "dispõe sobre a criação da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco - Codevasf - e dá outras providências"". (Apensado: PL 7323/2010) 
    RELATOR: Deputado ROBERTO ROCHA. 
    PARECER: pela aprovação deste, e do PL 7323/2010, apensado, na forma do substitutivo. 

    Kepler Weber - PROGNÓSTICOS PARA O LA NIÑA

    PROGNÓSTICOS PARA O LA NIÑA

    4 de outubro de 2010


    reuniaocopaaergs2.jpg


    A ocorrência do fenômeno climático La Niña e seus reflexos nas culturas de verão foi a pauta da reunião do Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul. Engenheiros agrônomos e meteorologistas apresentaram dados sobre a situação atual das culturas e o prognóstico de precipitações para os meses de outubro, novembro e dezembro. As informações serviram de subsídio para compor o relatório de recomendações para os produtores rurais no manejo das culturas no próximo trimestre.

    De acordo com o técnico da Secretaria da Agricultura, José Inácio Pereira da Silva, algumas culturas estão com o plantio atrasado devido à pouca chuva que ocorreu no mês de agosto.

    - Mas estamos entrando na primavera sem grandes problemas, devido à boa precipitação ocorrida em setembro - explica José Inácio.

    Sobre o La Niña e as conseqüências para as culturas de verão, o técnico esclarece que o fato de o último trimestre do ano apresentar uma baixa precipitação, pode não representar uma quebra na produção das lavouras e isso vai depender dos períodos em que as chuvas ocorrerão.

    No caso do milho, feijão e soja, se as chuvas ocorrerem nos chamados períodos críticos de cada cultura, a produtividade poderá ser melhor do que os números esperados. Para o arroz, os conselheiros do COPAAERGS prevêem, ao contrário, um favorecimento pela baixa concentração de chuvas no verão, pois trata-se de uma cultura que precisa da radiação solar para atingir um bom desenvolvimento.



    *Com informações da assessoria de imprensa da Secretaria da Agricultura do RS


    http://wp.clicrbs.com.br/campoelavouranagaucha/?topo=52,1,1,,171,e171